segunda-feira, 8 de junho de 2015

VOCÊ É, VERDADEIRAMENTE, UM DISCÍPULO?

Em Mateus 5:1-12, encontramos as Bem-aventuranças, que poderiam ser nomeadas como: “A chave para receber a aprovação de Deus.” Bem-aventurado significa: “feliz”, “super feliz”, “alegre”. Elas representam o padrão de caráter desejado por Deus para cada cristão, aquilo que deve ser evidente na vida dos discípulos de Cristo. Vamos analisar as quatro primeiras:
Bem-aventurados os pobres de espírito -  Não se refere à pobreza material, e sim, a indigência, inferioridade aos olhos de Deus, em outras palavras, espiritualmente falido. Um bom exemplo é do Publicano, Lc 18:9-14, que orava a Deus reconhecendo-se pecador, pelo que não podia viver ser Deus e Sua orientação. Estava consciente de que, por méritos próprios, seria incapaz de salvar a si mesmo e nada podia fazer que o tornasse digno perante Deus. Acredito que, se existe algo que impede um relacionamento de intimidade com Deus em nossos dias, mais do que qualquer outra coisa, é o ORGULHO. Uma pessoa orgulhosa é o oposto do pobre de espírito. O fariseu se julgava justo, superior aos demais. Não há perdão e reconciliação, a menos que a pessoa chegue ao ponto de reconhecer: Sou pecador diante de Deus e necessito da sua graça e misericórdia. As grandes bênçãos são encontradas quando nos humilhamos diante do Senhor. Seja um discípulo pobre de espírito, renda-se completamente aos pés do Senhor diariamente.
Bem-aventurados os que choram – Não se refere ao choro por qualquer motivo, apesar de sabermos que Deus traz consolação ao coração partido. Mas o choro nesta bem-aventurança se refere a um coração compungido por causa do pecado que cometeu contra o Senhor. Um bom exemplo disso é o salmista Davi, quando escreve o salmo 51, ele sabia muito bem que havia pecado contra o Deus – adultério e assassinato – mas teve um coração verdadeiramente arrependido. Não podemos tratar o pecado como uma atitude ocasional, mas consciente da sua gravidade e consequência. Ele deve provocar tristeza em nosso coração, o choro do arrependimento, como fez Pedro. O Senhor promete que os que choram serão consolados, serão perdoados e receberão o conforto espiritual. Seja um discípulo que não se conforma com o pecado, mas se entristece profundamente quando faz algo que afronta o caráter do Senhor.
Bem-aventurados os mansos – Certamente não é alguém fraco, medroso, covarde, mas alguém que realmente entende sua relação com Deus e as outras pessoas. Uma pessoa mansa é alguém que tem autoestima equilibrada, afável, pacífica, ver-se como um mero ser humano, sem reclamações por status, poder. Por causa de sua compreensão de si mesma, é capazes de tratar os outros de forma adequada, gentil e com consideração. São capazes de seguir a regra de ouro: “Faça aos outros aquilo que gostaria de que lhe fizessem. ” O que caracteriza uma pessoa mansa, como deve agir o discípulo de Cristo? Como uma pessoa controlada, domada, e não indisciplinada, humilde e não orgulhosa, complacente e não vingativa, que tem domínio próprio e não se irrita facilmente.
            Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça – Significa desejar, mais do que qualquer outra coisa, o Reino de Deus. Para ele, em todos os seus dias, há um desejo forte de se agarrar às coisas de Deus e abastecer-se delas.        Fome e sede são apetites saudáveis que trazem alegria e satisfação quando são atendidos, mas são tormentos e torturas quando não satisfeitos. Uma pessoa que tem fome e sede de justiça nunca se sentiria satisfeito apenas com a leitura e oração no culto de domingo, mas busca ansiosamente o alimento diário, ou seja, uma vida devocional diária. Não se contenta em envolver-se apenas quando for conveniente no trabalho do Senhor, mas não se satisfaz enquanto não estiver totalmente envolvida com a obra de Deus. O Senhor está buscando discípulos que tenham fome e sede de justiça em nossos dias.

            Você é um discípulo pobre de espírito que reconhece sua necessidade absoluta de Deus? Que realmente chora arrependido pelos seus pecados, grato por sua salvação? Manso, compreendendo sua posição real aos olhos de Deus e tratando corretamente os outros? Tem fome e sede de Justiça, simplesmente não consegue viver sem Deus?

sábado, 30 de maio de 2015

COMO CONSTRUIR UMA FAMÍLIA CRISTÃ FORTE

Salmos 127:1-5
            Um repórter entrevistando um filipino, que estava trabalhando no Oriente Médio, fez a seguinte pergunta: Qual a sua motivação para suportar todas as dificuldades, discriminações, injustiças e solidão, enquanto trabalha noutro país? Ele respondeu: “Faço todo este sacrifício por minha família. Sendo um filipino, como estrangeiro, posso lhe dizer, por experiência, quão difícil é trabalhar num país com a cultura totalmente diferente da sua. Nós estamos fazendo todos estes sacrifícios para as nossas famílias. ” Mas, ironicamente, em vez de construir a família, a estatística mostra-nos outra história, casamentos desfeitos, filhos órfãos e vidas arruinadas.  Analisando melhor esta circunstância, percebemos que é impossível construir uma família bem sucedida e feliz sem Deus como o fundamento principal. O Salmo 127, diz exatamente isso: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam...”         Se queremos construir uma família forte, devemos colocar nossa total dependência em Deus.
Temos que olhar para Ele como O Construtor – v.1. Como pais, a nossa responsabilidade é treinar os nossos filhos e prepará-los para o futuro. Desejamos que eles sejam fortes, e os formamos de acordo com o conhecimento e experiências que adquirimos na vida. Mas as estratégias e disciplinas humanas são imperfeitas. Não podemos esq uecer que Deus é o verdadeiro dono dos nossos filhos. Ele é o verdadeiro construtor da nossa família. Assim devemos reconhecê-lO como o único chefe da nossa casa e construirmos nossa família de acordo com a Sua palavra. Sem isso, todo o nosso esforço será um fracasso, no final, a menos que reconheçamos Deus como o verdadeiro Senhor da nossa família.
            Deus usa colunas para construir a nossa família, quais são: Sua Palavra para edificar a nossa fé, a oração para construir nossa confiança nEle, o amor para nos ligar uns aos outros, o entendimento para formar o nosso caráter, o perdão para nos fazer compreensíveis e compassivos, o exemplo e os testemunho dos nossos pais para nos ajudar a construir nossas atitudes, a obediência para nos fazer Seus filhos. Cuide para que estes pilares estejam bem firmados em sua família.
            Temos que vê-lO como protetor – v.1 Neste mundo tecnologicamente avançado, o acesso dos nossos filhos às más influências e informações poluentes é quase impossível evitar. Todos nós, especialmente, nossos filhos somos vulneráveis aos ataques hostis que procuram destruir a família. Nossa proteção está constantemente em risco. Assim devemos admitir que somente Deus nos pode proteger com Seu poder onipresente.
            Deus usa cercas para proteger nossa família, quais são: Seu ensino para nos proteger das falsas crenças, a igreja e os irmãos para fortalecer nossas convicções, a família para proteger nossos corações, Sua presença para guardar a nossa alma, Seu amor do qual ninguém nos poderá separar.
            Temos que admiti-lO como provedor – v.2. A eficácia do nosso trabalho e cuidados dependem da operação e da providência de Deus, senão todo nosso esforço será inútil. “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem. ”
            Deus fornece tudo de que precisamos para construir nossos lares: O leite e o pão da Sua Palavra para nos alimentar, a água do Seu Espírito para nos refrescar e reavivar, favores e oportunidades para crescimento, sabedoria e habilidade, cura, emprego, amigos e parceiros, e além do que vemos e pensamos.
            Se Deus é o fundamento de uma família forte, então devemos construir a nossa família em Jesus. Jesus é a Rocha, a fundação forte da nossa casa. Devemos ouvi-lO e obedecer a Sua Palavra (Mt 7:24-25); Ele deve ser a nossa prioridade (Mt. 6:33); O Senhor e Rei da nossa vida, a quem entregamos nossa vontade e planos.

            Seja sábio, procure edificar sua casa sob a orientação do divino Arquiteto, assim nenhum vendaval poderá destruir sua família, pois Ele estará contigo sempre. Sua prole será abençoada e abençoadora. 
                      Rev. Liberato Pereira dos Santos

terça-feira, 26 de maio de 2015

ANDAR JUNTOS EM FAMÍLIA

Am 3:3
O princípio do texto supracitado aplica-se a todas as relações na vida, começando, naturalmente, do nosso relacionamento com Deus. Se pretendo andar com Deus, devo concordar com suas diretrizes para minha vida. Somente estarei disposto a trabalhar com Deus, quando me coloco em suas mãos para Ele realizar sua vontade em mim e através da minha vida.
Este princípio aplica-se também à família, se vamos caminhar juntos para um relacionamento significativo, necessitamos aquiescer em trabalharmos juntos. Um ingrediente essencial para o trabalho em família é o acordo quanto às metas e aos objetivos, obviamente devemos ter certeza de que os alvos estão em harmonia com a vontade do Senhor para nossa família. O sábio disse: "Onde não há visão, o povo perece." Pv 29:18. A palavra “perecer” também pode ser traduzida por: “ir desenfreado... cada um à sua própria maneira. ” O que é uma descrição trágica da estrutura de muitos casamentos, famílias e igrejas hoje. "Todas as pessoas faziam o que parecia direito aos seus próprios olhos." - Jz 21:25. Concordância sobre metas comuns é fundamental para se caminhar juntos num relacionamento significativo entre os cônjuges e a família. Deus definiu metas para o casamento e a união familiar, e a razão para isso é  o bem-estar e o enriquecimento dos relacionamentos.
            A vida consiste em tomada de decisões, onde investir seu tempo, atenção, esforço e dinheiro. Sem metas estabelecidas haverá confusão e conflitos abundantes. Ao definir metas, no entanto, uma família diante de uma decisão pode simplesmente perguntar: “Será que esta escolha vai melhorar ainda mais nossos objetivos familiares, ou impedi-los? Devemos sempre lembrar das prioridades, pois coisas “boas” são os piores inimigos das “melhores”. Nossa responsabilidade deve ser com as prioridades no relacionamento com Deus e a família. Se queremos que o nossos casamentos e nossa família sobreviva neste mundo hostil e prospere no futuro, necessitamos determinar quais coisas precisamos fazer que contribuem para este fim.
        Quando definimos as metas e objetivos e conseguimos colocá-los em prática, experimentamos uma sensação de segurança e alegria, e verificamos que não somos desafortunados fora do controle, mas que estamos progredindo em direção a cumprir o propósito traçado por Deus para nossas vidas. “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.” Sl 37:4-5. Dois princípios importantes: 1 – O que sinto prazer determinará os meus desejos. Se tenho prazer em Deus, vou amá-lo e obedecer-lhe; 2 – De quem dependo determinará o meu destino. Se dependo de mim, vou fazer o que quero, mas se dependo de Deus realizarei aquilo que Ele deseja. Isto se aplica ao casamento e à família. Necessitamos buscar constantemente a direção de Deus para aquilo que vamos fazer e como fazer, se assim procedermos estaremos seguros e investiremos naquilo que tem significado eterno.
            A nossa geração vive num "vácuo de liderança", há uma procura de indivíduos ou famílias que sabem para aonde estão indo. As famílias cristãs podem ser uma testemunha e um exemplo através do estabelecimento de metas e objetivos que glorificam a Deus.
           Amados, Deus deseja que sua família seja construída num propósito de unidade, trabalhando juntos; uma família que compreenda as prioridades e tome decisões que venham contribuir para o seu fortalecimento, desfrutando do sentimento de segurança e realização, e uma família que se torne uma testemunha para esta geração daquilo que Deus realiza na vida daqueles que fazem a Sua vontade.

            Que o Senhor abençoe abundantemente sua família.

sábado, 16 de maio de 2015

NÃO DESPREZE A SUA MOCIDADE!

Jeremias foi um profeta chamado por Deus, ainda na sua juventude, no tempo do rei Josias, o último rei piedoso de Judá. Sua mensagem era relevante para sua geração. A nação vivia dias sombrios, tal como nosso Brasil, Deus levantou um jovem que, apesar de todas as perseguições e dificuldades,   se manteve firme e corajosamente proclamou a mensagem de Deus. Ao longo do seu ministério, advertiu o povo de Deus de que uma catástrofe viria sobre a nação por causa do seu pecado. Ele contemplou o cumprimento de sua profecia com a queda de Jerusalém por Nabucodonosor, rei da Babilônia. A cidade e o Templo foram  destruídos e alguns foram levados cativos para a Babilônia. Mas sua mensagem, também continha a promessa do retorno e restauração da nação.
No capítulo primeiro, o texto afirma que Deus o escolheu antes que fosse formado no ventre de sua mãe, mas quando chamado Jeremias questionou o Senhor dizendo: que era muito jovem. Quem sabe você, à semelhança do profeta, não está querendo fugir do chamado de Deus para sua vida, dizendo: Sou muito jovem. Deus o está convocando para uma grande missão, não diga que é apenas um jovem. O apóstolo Paulo recomenda ao jovem pastor Timóteo: “Ninguém despreze a sua mocidade...” (I Tm 4:12). Quero dar-lhe três razões para você não desprezar a sua mocidade:
Deus tem um propósito para sua vida – Como Ele deu a Jeremias uma mensagem para sua geração, acredito que Deus tem uma mensagem para que os nossos jovens transmitam a esta geração perdida em seus pecados. Os jovens cristãos foram chamados com um propósito divino, alguns se tornarão profetas como Jeremias e Isaías, outros como Daniel, influenciarão a sociedade nas mais diversas áreas.
Os pais devem orientar os seus filhos e prepará-los no temor do Senhor, a fim de que eles compreendam o propósito de Deus. Não podem ser negligentes, como foi o sacerdote Eli, que não disciplinou os seus filhos, permitindo-lhes continuar no pecado. Eli era um bom homem, amava e servia a Deus como sacerdote fiel, mas não teve coragem de disciplinar os seus filhos. Foi julgado pelo seu pecado. Devemos preparar os nossos filhos para cumprir o propósito divino em suas vidas.
            Deus usa os jovens, como fez com o rei Josias, que tinha oito anos quando começou a reinar. Com dezesseis anos decidiu buscar a Deus, com vinte e dois anos começou a purificar a nação da idolatria e trouxe um grande avivamento para Judá. Jovens não despreze a sua juventude, sejam obedientes ao chamado de Deus para sua vida.
Deus estará contigo em todo o tempo - Jeremias disse sou apenas um jovem! A tarefa é grande demais para mim. Mas Deus respondeu, sua juventude não é uma desculpa, seja obediente, pois estarei contigo em todo o tempo. Você em nenhum momento estará sozinho no cumprimento da tarefa, Ele o capacitará com o seu Espírito e colocará os seus anjos ao seu serviço, foi assim com o Profeta Eliseu, veja II Reis capítulo seis.
            Deus o revestirá de poder – Deus tocou nos lábios de Jeremias dando-lhe o poder da palavra. Ele não lhe dará uma tarefa sem capacitá-lo para o seu cumprimento. Se Ele lhe pede para compartilhar o evangelho com o seu amigo, irá capacitá-lo para a tarefa.  Em Atos capítulo dois, versículo dezessete, a Palavra do Senhor diz: “E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos terão visões, os vossos anciãos terão sonhos.” Alguns vão se tornar evangelistas, outros pastores, outros servirão nos diversos segmentos da sociedade e Deus os revestirá de poder e autoridade no cumprimento da missão.

            Jovens, não deixem que ninguém despreze a sua mocidade. Deus lhes deu um propósito divino, vocês terão a sua companhia e capacitação para o desempenho da sua missão. Seja forte e corajoso, não temas.
           Rev. Liberato Pereira dos Santos

sábado, 9 de maio de 2015

COMO DEMONSTRAR O AMOR À SUA MÃE

João 19: 26-27
Maria presenciou a crucificação do seu filho, você pode imaginar como ela se sentiu? Naquele momento, Jesus designa o discípulo amado, João, para cuidar da sua mãe. Ele está na cruz levando sobre si os pecados do mundo inteiro, mas se preocupa com sua mãe. Como Deus, estava lidando de questões eternas, mas como um homem   nos demonstrava a importância de amar e cuidar das nossas mães. Você não pode agir deliberadamente errado com sua mãe e estar em paz com Deus. Se a sua mãe ainda está viva, independentemente de sua idade, você pode amá-la:
Verbalmente – Os homens têm a filosofia de que não precisam dizer: “eu te amo”, pois, na ótica de deles, a pessoa já sabe que é amada, já lhe foi dito antes, basta mostrar o amor com os atos. Isso pode ser verdade, mas é salutar ouvir estas palavras: “Eu te amo! Não perca a oportunidade de expressar a sua mãe o quanto você a ama, por ações e palavras.
Fisicamente – Quando foi à última vez que você deu um abraço carinhoso, um beijinho no rosto, uma massagem no pescoço ou apenas se sentou no sofá para um momento de carinho com a sua mãe? Ela foi a primeira pessoa que o tocou, envolveu-o em seu ventre por meses. Deu-lhe banho, trocou-lhe fraldas, colocou alimento em sua boca. Sua mãe constantemente o tocou, você pode ter crescido e cuidar da sua própria vida, mas ela merece o seu toque, isto significa mais do que flores e presentes.
Pacientemente - As mães têm um trabalho incrível sem remuneração. Nenhuma posição no mundo dos negócios se compara ao comprometimento físico, emocional e espiritual que ela tem na maternidade. Nunca cometa o erro de dizer que uma mulher não trabalha por optar de cuidar de sua casa e seus filhos. Assim seja pacie nte com sua mãe quando as coisas não estão do jeito que você queria, pois muitas são as suas atividades.
Atenciosamente - Mães ouvem os filhos quando lhes abrem os seus corações, elas têm ouvidos atentos e prontos, e sempre têm ... até mesmo quando os filhos se tornam adultos. Sempre estará ao seu lado. Procurem ouvi-la, atenciosamente, sigam seus conselhos e orientações. Sejam atentos para suprir suas necessidades.
Com gratidão - Ela necessita de um sincero muito obrigado, não apenas hoje, no dia das mães, mas sempre. Nossa gratidão deve emanar de um coração sincero, consciente do seu amor, carinho e trabalho por nós. A gratidão é algo que nos deve acompanhar sempre em todas as dimensões da vida, e Deus se alegra com esta atitude.
Generosamente – Não há dinheiro suficiente para pagar tudo aquilo que elas fazem por nós, nunca poderíamos reembolsá-las. Elas gastam tudo que podem para atender nossas necessidades, suas energias, tempo e economias, agora é o momento de recompensá-las pelo seu precioso trabalho. Procure sempre presentear sua mãe,  com coisas úteis para uso pessoal, expressando seu amor e generosidade com ela, não com objetos domésticos de uso comum da família.
Com honra – Em Êxodo 20:12, lemos: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. ” Este é o único, dos dez mandamentos, seguido de uma promessa. Isto não é uma opção, mas um dever e uma ordem divina, enquanto sua mãe viver procure sempre honrá-la. Veja a importância atribuída por Deus ao pai e mãe, Ele não aceitava que nenhum dos dois fosse desonrado pelos filhos. No Antigo Testamento, quem amaldiçoasse ou ferisse os pais deveria ser morto (Ex 21.15, 17). Todo esse rigor mostra a honra dada por Deus aos pais. Alguém sabiamente diz: “Se o pai é a cabeça da casa, a mãe é o coração, por isso não devemos feri-lo. ” Em outra oportunidade, a Palavra de Deus, ordena aos filhos a obedecerem a seus pais. Honrar significa tributar-lhes respeito, carinho e cuidado, mas, sobretudo, obediência. A obediência e a submissão são as maiores provas de que, de fato, honramos e respeitamos os nossos pais. Hoje, cresce assustadoramente os casos de filhos que abandonam seus pais quando estes envelhecem, isto é, desonrá-los.

Amados, nunca percamos a oportunidade de expressar nosso amor por nossos pais, pois isto agrada ao nosso Pai Celestial. 
                     Rev.  Liberato Pereira dos Santos

segunda-feira, 4 de maio de 2015

UMA SITUAÇÃO DESESPERADORA, A MORTE - SERMÃO

Disponibilizo para os visitantes a apresentação do sermão que preguei na IPBN, dia 03.05.15, que faz parte da série de mensagens com o seguinte tema: ESPERANÇA PARA SITUAÇÕES IMPOSSÍVEIS. Que o Senhor edifique os seus corações através da Sua palavra. Click no link abaixo e faça o download: 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O VALOR DO TRABALHO

  Para a maioria, quando falamos do assunto, o trabalho é com um sentimento de tédio e até mesmo de desespero. Afinal, parece que o trabalho do homem nunca é concluído. Muitas vezes é repetitivo, demorado, chato e nunca parece trazer a recompensa que almejamos. Muitos acham que o trabalho é consequência do pecado, mas esse pensamento não é correto. É verdade que o trabalho se tornou mais difícil e com menor recompensa como resultado da queda, uma vez que Deus afirmou a Adão que ele trabalharia mais para conseguir pouco. A criação inteira foi afetada pelo seu pecado. No entanto o trabalho é um presente antes da queda, responsabilidade dada ao homem para seu benefício e satisfação. Tendo completado a criação, Deus se voltou para Adão e disse-lhe para assumir a responsabilidade por toda a vida animal e vegetal. Ele deveria lavrar a terra e cultivar o jardim do Éden.       É interessante que a chamada ao trabalho está ligada à or dem para observar o sábado. Há uma conexão imediata entre os dois. O descanso só pode ser experimentado pela criação apenas no contexto do trabalho. Um dia de descanso de uma semana de sete dias implica claramente seis dias de afazeres. Um padrão estabelecido para homem pelo próprio Deus.
    Por que o homem deve trabalhar? O que existe no trabalho que dá ao homem significado e propósito à vida? Destaco três pontos:
Ser um trabalhador é ser como Deus. Uma das qualidades essenciais de que somos a imagem e semelhança de Deus é o fato de que usufruímos a sua capacidade criadora. Com as próprias mãos, podemos moldar a nossa direção e suprir as nossas necessidades. Deus estabeleceu um padrão que demonstra essa criatividade no trabalho, quando Ele passou seis dias criando. Ele não é preguiçoso, desleixado ou desocupado. Ele foi diligente. Mas Deus não simplesmente trabalhou, sua obra teve constância e propósito e perpetuidade – continua até hoje e pelos séculos futuros. Portanto, temos de ter o cuidado de seguir o Seu exemplo: trabalhar seis e descansar um. Não obstante, percebemos que muitos preferem descansar seis e trabalhar um.
Ser um trabalhador é cumprir sua missão. O trabalho não é só um dever, é uma bênção! Ninguém pode negar o sentimento de satisfação que ocorre quando sabemos que desfrutamos do fruto do nosso próprio labor. Para o trabalho ser gratificante, deve ser feito a partir de uma motivação altruísta. Não deve visar apenas ao lucro, mas também à contribuição proveitosa que você dar por meio dele. Essa perspectiva é corroborada na história da criação quando ao homem é dito para ter domínio sobre o resto da criação. Quando você coloca a responsabilidade no contexto de seis dias de trabalho e um dia de descanso, mostra-nos o fato de que a motivação do homem deve ser para o bem da criação e para a glória de Deus. Assim, para que o seu trabalho seja cumprido, deve ser feito não somente em benefício próprio, mas também dos outros e, finalmente, e dedicado a Deus.
   Ser um trabalhador é ser equilibrado. Há algumas pessoas que não querem trabalhar de nenhuma forma. Mas há outros que não param de trabalhar. A história da criação dá uma resposta clara para ambos os extremos. Você deve gastar mais tempo trabalhando do que gasta em repouso. Não há nenhuma desculpa para a preguiça ou ociosidade demasiada. Todos devem encontrar algo útil para fazer com suas próprias mãos. Mas você deve utilizar o tempo para descansar, porque isso é igualmente uma parte de sua responsabilidade para com Deus. Portanto, deve haver equilíbrio. O que é necessário para manter esse bom senso e disciplina. Paulo nos diz: “Porque, quando ainda estávamos convosco, isto vos mandamos: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia; a esses tais, porém, ordenamos e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo que, trabalhando sossegadamente, comam o seu próprio pão."

     Meu irmão, o trabalho não é uma maldição. É uma bênção! Quando o realiza, você assemelha-se a Deus, cumprindo sua missão com equilíbrio. O trabalho pertence integralmente ao papel do homem feito à imagem de Deus e fornece estrutura significativa para sua existência. Seja um trabalhador e glorifique a Deus.
                                         Rev. Liberato Pereira dos Santos