sexta-feira, 17 de junho de 2011

O PRAZER DO VERDADEIRO CRISTÃO

Os homens estão numa busca desenfreada pelo prazer, para isso não importa os meios. Tudo é válido para a satisfação pessoal. Em prol desse prazer, valores e princípios são deixados de lado, as pessoas e as coisas são meros objetos para alcançá-lo. O importante é ser feliz, satisfazer seus desejos, numa vida meramente egoísta.

Mas, do ponto de vista cristão, nenhum dos prazeres materiais satisfaz plenamente a alma humana. O vazio da existência continuará. A verdadeira satisfação, realização e sentido para a vida humana encontram-se em Cristo, na prática dos Seus ensinos.

O homem sem Cristo é incapaz de reconhecer esta demanda de sua alma. Por isto, ora se dedica com afinco à porção animal de sua vida, pensando que a vida se resume ao mundo dos sentidos. Em muitas ocasiões, entrega-se a prazeres mais sofisticados. Estes podem ser de natureza intelectual ou artística. Não importa. O fato é que muito embora possa viver sem reconhecer que seu espírito não encontra descanso enquanto não descansa em Deus, o homem não é capaz de matar inteiramente o anelo mais básico de sua alma. Este desejo eterno relaciona-se com a necessidade visceral de ter um objeto perfeito de contemplação. Ou seja algo que, ao mesmo tempo, satisfaça e experimente a certeza de que está diante do que não se exaure jamais.

O cristão sabe tanto qual a sua origem quanto seu destino. Não ignora que foi criado por Deus e para Deus, e, por isso, tem ciência de que não encontra descanso enquanto não descansa em Deus. Sendo assim, vive em busca da satisfação proveniente da chamada visão santificada.

O que é essencialmente cristão na vida de um homem é o laço estreito com a pessoa de Cristo. O verdadeiro cristão anela por uma vida de intimidade com Cristo. O apóstolo Paulo revela este desejo em sua epístola aos gálatas: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.”

Por que estar com Cristo é tão essencial assim para o cristão? O cristão é alguém que não ousa se aproximar de Deus sem Cristo. Foi em Cristo que o cristão perdeu a fobia de Deus. Tudo o que ele vê em Cristo o comove. Em Cristo o cristão pode encontrar plena satisfação para o grave problema do pecado. E esta satisfação é profundamente reveladora dos atributos de Deus. A harmonia existente entre o Cristo-Cordeiro e o Cristo-Leão fascina o verdadeiro cristão.

Estar com Cristo é estar na companhia do mais excelente objeto de contemplação do espírito humano. Nele o homem contempla toda a harmonia dos atributos perfeitos de Deus. Porém há algo mais, pois embora contemplar o que é excelente por si só já se constitua em prazer infinito, apreciar o que é perfeito, que elegeu como objeto de seu amor aquele que extasiado o contempla, é a plenitude da alegria da alma, que experimentou a regeneração em Cristo.

Podemos compreender, deste modo, porque somente os verdadeiros cristãos podem ter este prazer. Este deleite é de natureza moral. Resulta do amor por aquilo que é santo. E, não apenas isto, mas de igual modo o amor pelo que é santo, acompanhado da gratidão pela redenção.

Onde está seu prazer? Se quer ser plenamente satisfeito, renda-se completamente ao amor de Deus manifestado na pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo. Somente Ele lhe dará o verdadeiro sentido da existência e preencherá por completo seu ser.

Que o Senhor o abençoe!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

LOC - SEMINÁRIO LOCAL DO HAGGAI

Nos dias 21 e 22/05, ocorreu na Igreja Batista Independente - Zona Norte de Natal-RN, o II módulo do LOC. Participei como docente, e tive o privilégio de ministrar a disciplina ARGUMENTOS PARA COMPARTILHAR A SUA FÉ, cujo propósito é encorajar os participantes na tarefa do evangelismo.
Se você não conhece o Instituto Haggai quero desafiá-lo a conhecer. É uma instituição interdenominacional séria que visa aprimorar as qualidades do líder cristão para evangelizar seu próprio povo e treine outros para fazer o mesmo. Movidos pelo desejo de ver o evangelho ser apresentado no poder do Espírito Santo, com fidelidade bíblica e sensibilidade cultural, a todos os povos, especialmente às nações não evangelizadas.
Vejam algumas fotos do seminário.
A turma do Módulo II
Pastor Davi ministrando a disciplina PRIORIDADES DA VIDA DO LÍDER
Ministrando a disciplina ARGUMENTOS PARA COMPARTILHAR SUA FÉTrabalho em equipe na minha aulaA turma recebendo o seu certificado de conclusão do Módulo II

SERMÃO EM AUDIO - INSPIRATIVA SINODAL SAFs

Sábado, próximo passado, 21/05, na Igreja Presbiteriana de Quintas, ocorreu a Inspirativa da Confederação de SAF - Sínodo Rio Grande do Norte. Como Secretário Sinodal estive presente e tive o privilégio de ministrar a Palavra do Senhor para nossas Auxiliadoras abnegadas. Foram momentos preciosos de muita comunhão e edificação.
Disponibilizo a mensagem que preguei, cujo tema foi: "As implicações de viver em Cristo"
Click no link e faça o download:
http://www.esnips.com/doc/014aa2f3-8c47-49ec-8e1a-29e975f7c88b/As-implica��es-do-viver-em-Cristo

TESTEMUNHO SOBRE MINHA VIDA E MINISTÉRIO

No dia 17/05, a SAF/IPN, realizou no Pavilhão Isaque Pimentel, uma festinha surpresa para comemorar o meu aniversário. Na ocasião a irmã Nalva Martins trouxe uma mensagem baseada no salmo 127 mostrando que tenho expererimentado as promessas de Deus contidas neste texto em minha vida. Fiquei muito emocionado com suas palavras, e glorifiquei a Deus pela sua misericórdia e graça manifestadas em mim.
Click no link e ouça a ministração:
http://www.esnips.com/doc/7abd4775-5135-4460-896c-4be1edcd3daf/Palavra-da-irm�-Nalva-Martins---Meu-anivers�rio--





SERMÃO EM AUDIO - O QUE DEUS ESPERA DA IGREJA

Disponibilizo aqui o sermão que preguei por ocasião do aniversário da Congregação Presbiteriana Maanaim. Todos nós temos expectativas, com Deus não é diferente! Há um propósito em nossa eleição, como igreja temos uma missão e Ele espera que cumpramos cabalmente.
Desejo que seja edificado ao ouvir a mensagem.
Click no link e faça o download.
http://www.esnips.com/doc/6a073bd3-e4ab-4dee-afcf-ffd604221b00/O-QUE-DEUS-ESPERA-DA-IGREJA

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ASSÉDIO MORAL NA IGREJA: PRÁTICA NEFASTA QUE URGE COMBATER

Recebi o artigo abaixo, do Rev. Derli Machado, achei muito pertinente, por isso estou postando no blog. Essa prática está presente em nossas igrejas produzindo muitas vítimas. Para um bom tratamento torna-se necessário um bom diagnóstico, portanto após a leitura, veja se você não está praticando tal procedimento, se for o seu caso, procure mudar sua atitude. Boa reflexão.

O assédio moral vem a ser caracterizado como um comportamento que utilizando técnicas de desestabilização, conduzem o indivíduo a um estado de desconforto psíquico que pode evoluir para a irritação, estresse e até mesmo depressão. Isto pode ocorrer na família, na vida social e dentro de empresas. Evidentemente, numa instituição religiosa (igreja), onde seus membros são “salvos”, as possibilidades da ocorrência do assédio moral são “minimizadas”, certo? Errado! Errado! Infelizmente tem sido “maximizadas”, ampliadas, e o risco de alguém ser vitima de tal pressão são aumentativas, especialmente os envolvidos em cargos de liderança. Infelizmente essa violência perversa cada vez mais atinge as igrejas.

METODOLOGIA: os moralmente perversos utilizam as mais variadas técnicas: os subentendidos, alusões malévolas, a mentira, humilhações. Por meio de palavras aparentemente inofensivas, alusões, sugestões ou não-ditos, é efetivamente possível desequilibrar uma pessoa ou até destruí-la.

1ª) A primeira fase do assédio consiste em DESESTABILIZAR a vítima. É toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se, sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade, ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa. Em seguida esses ataques vão se multiplicando e a vítima é seguidamente acuada, posta em situação de inferioridade, submetida a manobras hostis e degradantes durante um período maior. É a repetição dos vexames, das humilhações, sem qualquer esforço no sentido de abrandá-las, que torna o fenômeno destruidor. Assim acossada, a pessoa não consegue manter o seu potencial. Ela é estressada, crivada de críticas e censuras, para que se sinta seguidamente sem saber de que modo agir.

2ª) A segunda fase do assédio consiste em DESQUALIFICAR a vítima. Subentendidos, alusões desestabilizantes ou malévolas, observações desabonadoras. Pode-se assim levantar progressivamente a dúvida sobre a idoneidade, a honra, a competência, pondo em questão tudo que ele faz ou diz.

3ª) A terceira fase do assédio consiste em DESACREDITAR a vitima. Para pôr o outro para baixo, é ridicularizado, humilhado e coberto de sarcasmo até que perca toda a autoconfiança. Geralmente usa-se a calúnia, a mentira, tudo de modo que a vítima perceba o que se passa, sem que possa, no entanto, defender-se.

A VITIMOLOGIA – uma pessoa que tenha sofrido uma agressão psíquica como a do assédio moral é realmente uma vítima, pois seu psiquismo é alterado de maneira mais ou menos duradoura.

CONSEQUÊNCIAS: As consequências “emocionais” e “espirituais” desse estado de coisas para uma igreja não devem ser negligenciadas, já que a deterioração do ambiente provoca uma diminuição importante da eficácia ou do rendimento do grupo.

A IMPUNIDADE: O que tem contribuído para o crescimento dessa prática no seio da igreja é, sem dúvida nenhuma, a certeza da impunidade. Se na justiça comum isso já vem sendo tratado como crime (com pena que vai de indenização por danos morais e até prisão), na igreja não se trata nem como pecado. O assédio moral está totalmente liberado. Isso é desmoralizante, para não dizer, uma vergonha. Está na hora de combatermos esse mal, e com coragem, fazermos justiça, afinal, segundo Jesus “a nossa justiça deve exceder a dos escribas e fariseus”. Os sindicatos e organismos que atuam em defesa de trabalhadores desenvolvem campanhas para informar o que é o assédio moral, como ele ocorre, as formas de combatê-lo etc. No entanto, vimos identificando no meio evangélico certas resistências ao combate desse fenômeno, representada pela ausência de reflexão crítica dos seus membros, do corporativismo, do compromisso com as amizades, não com a verdade; com as conveniências, não com as evidências. Daqueles que escolhem o silêncio da covardia em detrimento ao grito da coragem. Preferem o distanciamento, em vez do posicionamento.

As Igrejas deveriam ficar atentas ao problema e combater biblicamente todas as formas de assédio moral que possam atingir os seus membros. Respeito é bom, e todo mundo gosta.

Rev. Derli Machado






sexta-feira, 29 de abril de 2011

O TRABALHO É INVENÇÃO DO NOSSO DEUS


"Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do
trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem." Sl 128.1,2.
Creio que você já ouviu a seguinte expressão: “Se soubesse quem inventou o trabalho, mandaria matar.” Você mandaria matar Deus? Pois, o trabalho é criação de Deus. Somente os preguiçosos não veem no trabalho uma fonte de bênçãos para suas vidas, e não encontram nele prazer.
As Escrituras Sagradas nos ensinam que o Senhor Deus, após criá-lo, colocou o homem no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo (Gn 2.15). Desde a sua criação, Deus deu ao homem a incumbência de ser o zelador e o agricultor do jardim do Éden. Este trabalho era prazeroso, pois a terra não produzia cardos e abrolhos. Quando pecou, desobedecendo à ordem que Deus lhe dera, o homem, como consequência de seu pecado, passou a obter arduamente o sustento durante os dias de sua vida, à custa de muita fadiga e suor (Gn 3.17-19). O trabalho não é uma maldição para o homem. Ele é bênção de Deus para a vida do homem. Apesar da canseira e sacrifício, o trabalho é dado por Deus, e, por meio dele, o homem obtém as coisas de que precisa para sua sobrevivência.
Além dos benefícios que proporciona, o trabalho dar ao homem também o privilégio de poder ajudar seu próximo e contribuir para a expansão do Reino de Deus, por via da igreja do Senhor Jesus em toda a terra. Trabalhando honestamente, teremos o necessário para nossa manutenção e ainda poderemos socorrer os necessitados. É uma bênção poder ajudar quem precisa. Também teremos o privilégio de, com nossos dízimos e ofertas, dar à a igreja os meios para realizar a missão que Deus lhe confiou. Grande privilégio os crentes em Jesus desfrutam em entregar os dízimos e as ofertas na Casa de Deus. O Senhor nos deu a bênção do trabalho e, pelos dízimos e ofertas, gratidão e louvor a Deus pelo que Ele tem feito por nós, no plano material.
Ademais, podemos perceber que o trabalho é dado com a finalidade de testemunharmos nossa fé e glorificarmos a Deus no que fazemos. Trabalho não é apenas o meio correto de ganhar dinheiro, mas a oportunidade de evangelizarmos quem está próximo de nós. Quantas oportunidades temos de evangelizar os colegas de trabalho, os fornecedores, os clientes e até os patrões. Pessoas que precisam da salvação e Deus nos colocou ao lado delas para pregarmos o Evangelho. Por nosso serviço bem executado, glorificamos o nome de Deus, pois não fazemos só por obrigação, mas como para o Senhor. Tanto os empregados quanto os patrões devem honrar a Deus mediante uma conduta correta. Em Éfesios 6.5-9, o apóstolo Paulo instrui os servos e os senhores no modo de proceder que glorifica a Deus.
Que o Senhor derrame sobre sua vida muita graça e sabedoria para que por seu trabalho você obtenha o pão de cada dia, possa acudir ao necessitado; entregar com alegria e fidelidade seus dízimos e ofertas; pregar o evangelho para aqueles que estão à sua volta e glorificar a Deus naquilo que fizer. Em vez de reclamar e murmurar do trabalho, agradeça a Deus por Ele lhe ter concedido a bênção do trabalho.
Seja, pois, um trabalhador exemplar e glorifique a Deus por intermédio de sua atividade profissional.