sexta-feira, 30 de julho de 2010

A INTIMIDADE COM DEUS

Encontrar satisfação, apoio e segurança em nosso relacionamento com Deus é um processo. Muitos de nós ficamos desencorajados na busca por Deus, porque ansiamos alcançar logo um resultado e que a experiência esteja alinhada com nossas expectativas do que deveria acontecer.


O que podemos realisticamente esperar? A primeira tarefa na busca por intimidade com Deus é lidar com o estado de desconexão que nos mantém afastados dele. Esta é nossa responsabilidade. Para sua morada, Deus procura corações arrependidos e radicalmente confiantes.


O próximo passo é começar uma longa caminhada em direção a Deus, sempre fiel às realidades que despertam uma experiência com sua presença plena. Quando somos verdadeiros no processo de conexão com Deus, ele é consistentemente fiel em dar-nos plenitude, em seu tempo e da sua maneira. Cada um de nós o experimentará de modos diferentes. E ele responderá a cada um de nós de maneiras diferentes, em épocas e intervalos de vida para toda a vida.


A intimidade com Deus não deve ser definida em termos de elementos experimentais. Experiências são muito subjetivas, variadas e individualizadas, para se poder defini-las como parâmetro universal de uma intimidade. Deus não lida conosco de um mesmo modo emocional, intelectual ou espiritualmente. Cada um de nós percebe as coisas de uma maneira única. Se determinamos intimidade pelo que parece ser ou pelo que sentimos, inevitavelmente a definiremos como um indivíduo a vê em sua concepção particular e, dessa forma, causará a decepção de outrem.


Embora ninguém experimente Deus especificamente da mesma forma, todos nós chegamos a Ele com o mesmo mapa. Realizamos a ação; Deus nos responde de uma forma individual. Na realidade, isto é o que as Escrituras nos ensinam, quando nos diz para "chegarmos a Deus e ele se chegará a nós" (Tiago 4:8). Isto é um processo.


Qual é a definição operacional do processo que mantém nossa alma sintonizada em relação a Deus? A busca por intimidade é um compromisso intencional de progredir rumo a Deus e, nesse propósito, aprofundamos nossa consciência acerca dEle, ligando e ficando confiantes unicamente nele, como a única fonte de contentamento, apoio e segurança.


Esta busca por intimidade é um processo intencional. É um processo, no sentido que é uma aventura de toda uma vida sempre com mais contentamento e significado. É intencional porque ninguém atinge a intimidade da noite para o dia; devemos procurá-la. A busca é um comprometimento não negociável da nossa parte, por aplicarmos ativamente os princípios que Deus nos deu, e paciente e persistentemente construirmos nossas vidas baseadas nestes princípios. Eles incluem: uma mudança de atitudes e ações devida ao arrependimento; uma renúncia à nossa autossuficiência, confiando totalmente em Cristo; uma conexão consciente numa comunicação permanente, e; uma ligação com ele na criação, no seu caráter e conduta, na adoração, nas crises, na obediência fiel.


Um pacto com estes princípios fortalece nossa consciência de Cristo, nossa conexão com Cristo e nossa confiança em Cristo. A busca por intimidade com Deus leva a um modo de vida, que gradativamente enche a alma de contentamento, sustento e segurança da sua presença. A busca por intimidade é aprofundar-se na dependência de Cristo, como a fonte máxima de tudo de que necessitamos.


Busquemos com todo o coração a intimidade com o Pai.

sábado, 24 de julho de 2010

TRANSFORMADO PARA SER ÚTIL NO REINO DE DEUS

Há pessoas que começam bem, mas terminam mal. Elas têm um brilhante começo, mas um fim trágico. Assim foi a história de Saul, ungido rei de Israel, mas devido a sua desobediência a Deus perdeu o trono e morreu de forma trágica.



Graças a Deus, muitos também fazem o caminho inverso. Esses caminham para a frente. Aprendem com os fracassos e se levantam na força do Onipotente, para prosseguirem firmes e resolutos nas veredas da justiça. Podemos citar Davi, o pequeno pastor de ovelhas, que se tornou rei de Israel e, de sua linhagem, nasceu o nosso Salvador Jesus Cristo. Porém, agora, quero falar do jovem João Marcos.



Ele foi um cooperador (At 13.5). João Marcos era um jovem humilde e prestativo. Foi auxiliar de Barnabé e Paulo (At 13.5). Nesse tempo, João Marcos era ainda muito jovem e inexperiente, porém sentiu o desejo de acompanhar os dois missionários rumo à região da Galácia. Seu propósito era servir aos dois missionários separados por Deus para tão sublime tarefa.



Em certo momento, foi um desertor (At 13.13). Não sabemos os motivos, mas, no meio do caminho, João Marcos desistiu da viagem, apartou-se de Paulo e Barnabé e voltou para sua casa em Jerusalém. Faltou-lhe talvez coragem e maturidade para prosseguir. Faltou-lhe perseverança para não retroceder. Faltou-lhe forças para continuar servindo aos dois missionários da igreja. O fato, ao que parece, figura como um capítulo sombrio na vida desse jovem. Ele revelou-se um desertor. Ele recuou diante das dificuldades. Ele não teve coragem de seguir adiante.



Ele foi um missionário (At 15.36-39). Era tempo de voltar à segunda viagem missionária. Barnabé, porém, queria levar consigo João Marcos (At 15.37). Paulo, porém se recusou terminantemente dar uma segunda chance ao jovem desertor. Barnabé contendeu com Paulo, mas acreditou em seu potencial e não desistiu de João Marcos (At 15.38,39). Levou-o consigo para Chipre e fez dele um missionário. João Marcos tornou-se um homem valoroso nas mãos de Deus. Além de Barnabé, o apóstolo Pedro também investiu na vida de João Marcos, a ponto de chamá-lo de filho (1Pe 5.13). Esse jovem mais tarde tornou-se o escritor do primeiro evangelho, que leva seu nome, no qual destaca as gloriosas ações de Cristo, apresentando-o como servo perfeito.



Ele foi um homem útil (2Tm 4.11). Paulo estava preso numa masmorra romana. A hora do seu martírio havia chegado. Do interior desse cárcere insalubre e frio, Paulo escreve a seu filho Timóteo, rogando que ele fosse rápido vê-lo em Roma. Chama-nos a atenção uma recomendação do apóstolo a Timóteo: “Toma contigo Marcos e traze-o, pois me é útil para o ministério” (2Tm 4.11). O jovem, antes rejeitado por Paulo, é agora elogiado pelo mesmo apóstolo. Aquele, que um dia o abandonou no campo e não foi compreendido, é agora desejado. Paulo sensatamente muda de opinião acerca de João Marcos e deseja tê-lo ao seu lado antes de morrer. João Marcos fraquejou um dia na vida, mas se levantou. Ele nos mostra que é possível recomeçar, quando confiamos nossa vida às mãos de Deus.



Assim como na vida de João Marcos, nossas deficiências e fracassos não são motivos para ficarmos fora de ação, Deus pode transformar nossa vida e nos reabilitar, para sermos úteis em seu Reino.

terça-feira, 13 de julho de 2010

COMISSÃO DE EXAME DE RELATÓRIO DOS SECRETÁRIOS GERAIS

Fui nomeado para trabalhar na Comissão de Exame de Relatórios dos Secretários Gerais de Causas da IPB.Um trabalho gratificante, pois tive a oportunidade de verificar como Deus operou através dos departamentos da nossa igreja.Ajudei a examinar o Relatório do Secretário Geral do Trabalho Masculino e Relatório do Presidente da Confederação Nacional de UPHs. Fiquei maravilhado com o despertamento da UPH, 06 confederações sinodais organizadas, várias federações em nosso país. Que o Senhor continue levantando nossos homens para a Sua obra.

Vejam algumas fotos da comissão trabalhando:


Relator Rev. Roberto Alves (Pará) e Sub relator Rev. Obedes Fereira (IPN de Brasília)

Membros da Comissão - Estou lá no fundo da classe.


Trabahando na comissão

Secretário Geral do Trabalho Masculino - Pb. Haroldo Peyneau - Conversando com a comissão

XXXVII REUNIÃO ORDINÁRIA DO SUPREMO CONCÍLIO

Como representante do PPTG à XXXVII Reunião Ordinária do Supremo Concílio tenho o privilégio de participar de decisões que noteará a vida da nossa amada IPB. Na oportunidade reencontrar colegas amados que estão trabalhando nas diversas regiões do nosso país.

Algumas fotos da Reunião de momentos que marcam a minha vida.


Rev. Marton Mendes - Esse grande amigo e colega! Contemplei o nascer e florescer de sua vocação.

Rev. Luiz Pereira e Rev. Caldeman grandes amigos de ministério trabalhamos juntos no Estado da Bahia

Da esquerda para a direita: Rev. Gilton ( Iatamaraju), Pb. Rubens (Itamaraju), Eu, Pb. Wesley Soares (Teixeira de Freitas), Rev. Wellington (Teixeira de Freitas

Rev. Paulo Hercílio (IPB de Parelhas) mui grande amigo.

À direita: Rev. Macarão e Pb. (João Pessoa-PB) - À esquerda: Eu, Rev. Paulo Hercílio (Parelhas-RN), Rev. Marcelino (Caicó-RN)


ELEITA NOVA EXECUTIVA DO SUPREMO CONCÍLIO


Ontem, após um dia de muito trabalho, com vários escrutínios para cada cargo, incluindo os quatro secretários que foram eleitos individualmente nesta reunião e não por aclamação como já era praxe, foi eleita a nova diretoria da IPB, que ficou assim composta:
Presidente: Rev. Roberto Brasileiro
Vice-pres.: Rev. Juarez Marcondes
1º Secret.: Rev. André Luiz Ramos
2º Secret.: Rev. Geraldo Silveira Filho
3º Secret.: Preb. Daniel Sacramento
4º Secret.: Rev. Ashbel Simonton Rédua

O Rev. Roberto Brasileiro foi reeleito com mais de 1.050 votos dos deputados presentes, o que demonstra o seu excelente trabalho na direção da nossa amada IPB. Temos o compromisso de orar pela nova mesa e apoiar o trabalho dos nossos irmãos.

O tesoureiro e Secretário Executivo serão eleito posteriormente.

Os trabalhos continuam com a direção do Espírito do Senhor.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

QUALIDADES DA PALAVRA DE DEUS

A Bíblia é a Palavra, que Deus nos deu por meio dos homens. O salmista no Salmo 119 apresenta uma série de qualidades dessa poderosa Palavra. Destacarei duas:
A primeira, a Palavra é justa. Ela é marcada por integridade, pelo que é certo e o que é errado. Ela é marcada pela retidão. Versículo 164: “sete vezes por dia eu te louvo por causa das tuas justas ordenanças”. Ele reconhece aqui: “a tua Palavra traz para nós conceito do que é certo, e define o que é errado.” Deus não mudou de idéia e diz o seguinte: “se é certo para você, está bom, se é certo para mim, está bom.” Isto pode passar pela mente humana, não pela mente de Deus. Para Deus, certo é certo, errado é errado.
Por isso, ele diz que as Suas Palavras são justas. Quando aceito a Cristo, recebo-O e reconheço-O como autoridade na minha vida, não posso moldar Deus de acordo com minhas percepções. Não tenho que esperar Deus abençoar-me, de acordo com o meu pensamento. O que preciso é olhar as Escrituras e perceber o que é certo. Essa Palavra diz o que é o certo e o que é errado. No versículo 172 ele diz: “a minha língua cantará a tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justos.” A Palavra de Deus é reta, não tem desvios, revela exatamente o que é certo. De forma que você poderá consultar as Escrituras para saber, constatamos que é exatamente isto que o salmista faz. E então, o que eu faço nestas circunstâncias? Necessitamos de atenção, porque Deus diz o que é certo e também o que é errado.
O salmista diz que a Palavra é justa, mas também é prazerosa. Pela força de um poeta, através da linguagem, com o arranjo que é feito pela sua capacidade poética e pela inspiração de Deus. Observe o que ele diz no versículo 103: “como são doces para o meu paladar as tuas palavras! Mais que o mel para a minha boca!” Talvez seu caso seja semelhante ao meu. Não tenho grande apreciação por doces, mas, para eles, era uma iguaria. E talvez alguém pudesse colocar aqui, uma sugestão mais contemporânea de um doce, ou talvez você pudesse usar a sua linguagem conforme seu paladar, seu valor culinário. Então poderia dizer: “olha, a tua Palavra é mais saborosa do que uma picanha bem ao ponto. A tua Palavra é mais gostosa do que chocolate. A tua Palavra é mais refrescante do que uma coca-cola bem geladinha.”
Ela dá prazer a ele. Ele diz no versículo 131: “eu abro a boca e suspiro ansiando.” Há um desejo em seu coração, porque esta Palavra gera prazer. No versículo 111, ele diz: “Elas são a alegria do meu coração.” No 162, ele diz: “Eu me regozijo na Tua promessa.” No 174, ele diz: “A Tua Lei é o meu prazer.” Há aqui, um reconhecimento claro. As Palavras de Deus são prazerosas.
Amados, Sejamos guiados pela Palavra do Senhor, ela é justa e verdadeira. Apta para nos tornar perfeitos e perfeitamente habilitados para as boas obras. Em segui-la, há muito prazer na vida, pois bem-aventurado é o homem que Nela medita de dia e de noite. Amemos, pois, a Palavra e a guardemos em nossos corações, para nos deleitarmos com sua pureza e não pecarmos contra o Senhor. Rev. Liberato

O PODER DE JESUS PARA NOS SALVAR

“... sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” ( II Tm 1:12).
Ao escrever estas palavras, Paulo encontrava-se preso em Roma, na eminência de seu martírio, mas para ele a tragédia pior e mais devastadora não era sair deste mundo, e sim sair dele despreparado para se encontrar e ficar diante de Deus no julgamento. Este é o grande perigo! Graças a Jesus, Paulo colocou sua confiança Nele, então a morte não o assustou.
Paulo acreditava na mensagem de Jesus sobre a preparação para deixar este mundo. Jesus queria que todos soubessem desse valor e usou uma linguagem prática para enfatizar seu ensino, confira em Marcos 9:42-48, você precisa conhecê-lo e jamais esquecer.
O relacionamento de Paulo com Jesus transformou sua crença em conhecimento: “Estou certo”. Quanto mais Paulo contemplava sua vida, mais sabia que colocar sua confiança em Jesus era a melhor escolha que poderia fazer. Ele sabia que o Senhor iria guardá-lo e nunca o deixaria ser tentado além de sua capacidade de resistir. De igual modo, nosso conhecimento vem quando nos aproximamos de Deus. Quando isto ocorre, começamos a pensar e falar cada vez mais sobre a vida eterna. Como Paulo passou a ter conhecimento e convicção de sua eternidade com Cristo, nós também podemos.
Para Paulo, “Jesus é poderoso” para “guardar” ou “manter” seguro a seus cuidados aquilo que lhe entregamos. Quando lhe entregamos o bem-estar eterno das nossas almas, precisamos saber que ele é poderoso, para guardar nossa salvação eterna e deixá-la bem segura. Nossas almas são protegidas pelo poder de Deus através da nossa fé.
Outra razão para a confiança de Paulo é que Jesus não é apenas poderoso para “salvar”, mas para “salvar para sempre” aqueles que “se chegam” (Hb 7.25). Quando vivermos pela fé, o poder de Deus nos mantém seguros como suas ovelhas, temos que continuar a seguir a sua voz.
Alguns só conseguem contemplar o poder de Deus em Sua atuação numa esfera material. Quando O buscam em suas necessidades materiais, em qualquer área, só observam o Poder de Deus, quando Ele resolve o problema. Nossa confiança no Senhor precisa ser tão forte quanto a de Paulo, precisamos acreditar que “ele é poderoso”, ainda que estejamos caminhando para a morte física, pois sabemos que nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo. Quando atingimos este nível de confiança, não somos abalados pelas tribulações da vida, caminhamos firmes com o olhar no autor e consumador da nossa fé.
Amados, deixemos nossa perspectiva e confiança serem como as de Paulo. Isso nos ajudará a viver na esperança hoje e amanhã, e nos levará ao dia eterno com a certeza de que em Cristo somos mais que vencedores.
Rev. Liberato