Vejam algumas fotos da comissão trabalhando:
terça-feira, 13 de julho de 2010
COMISSÃO DE EXAME DE RELATÓRIO DOS SECRETÁRIOS GERAIS
Vejam algumas fotos da comissão trabalhando:
XXXVII REUNIÃO ORDINÁRIA DO SUPREMO CONCÍLIO
Algumas fotos da Reunião de momentos que marcam a minha vida.
ELEITA NOVA EXECUTIVA DO SUPREMO CONCÍLIO
Ontem, após um dia de muito trabalho, com vários escrutínios para cada cargo, incluindo os quatro secretários que foram eleitos individualmente nesta reunião e não por aclamação como já era praxe, foi eleita a nova diretoria da IPB, que ficou assim composta:
Presidente: Rev. Roberto Brasileiro
Vice-pres.: Rev. Juarez Marcondes
1º Secret.: Rev. André Luiz Ramos
2º Secret.: Rev. Geraldo Silveira Filho
3º Secret.: Preb. Daniel Sacramento
4º Secret.: Rev. Ashbel Simonton Rédua
O Rev. Roberto Brasileiro foi reeleito com mais de 1.050 votos dos deputados presentes, o que demonstra o seu excelente trabalho na direção da nossa amada IPB. Temos o compromisso de orar pela nova mesa e apoiar o trabalho dos nossos irmãos.
O tesoureiro e Secretário Executivo serão eleito posteriormente.
Os trabalhos continuam com a direção do Espírito do Senhor.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
QUALIDADES DA PALAVRA DE DEUS
A primeira, a Palavra é justa. Ela é marcada por integridade, pelo que é certo e o que é errado. Ela é marcada pela retidão. Versículo 164: “sete vezes por dia eu te louvo por causa das tuas justas ordenanças”. Ele reconhece aqui: “a tua Palavra traz para nós conceito do que é certo, e define o que é errado.” Deus não mudou de idéia e diz o seguinte: “se é certo para você, está bom, se é certo para mim, está bom.” Isto pode passar pela mente humana, não pela mente de Deus. Para Deus, certo é certo, errado é errado.
Por isso, ele diz que as Suas Palavras são justas. Quando aceito a Cristo, recebo-O e reconheço-O como autoridade na minha vida, não posso moldar Deus de acordo com minhas percepções. Não tenho que esperar Deus abençoar-me, de acordo com o meu pensamento. O que preciso é olhar as Escrituras e perceber o que é certo. Essa Palavra diz o que é o certo e o que é errado. No versículo 172 ele diz: “a minha língua cantará a tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justos.” A Palavra de Deus é reta, não tem desvios, revela exatamente o que é certo. De forma que você poderá consultar as Escrituras para saber, constatamos que é exatamente isto que o salmista faz. E então, o que eu faço nestas circunstâncias? Necessitamos de atenção, porque Deus diz o que é certo e também o que é errado.
O salmista diz que a Palavra é justa, mas também é prazerosa. Pela força de um poeta, através da linguagem, com o arranjo que é feito pela sua capacidade poética e pela inspiração de Deus. Observe o que ele diz no versículo 103: “como são doces para o meu paladar as tuas palavras! Mais que o mel para a minha boca!” Talvez seu caso seja semelhante ao meu. Não tenho grande apreciação por doces, mas, para eles, era uma iguaria. E talvez alguém pudesse colocar aqui, uma sugestão mais contemporânea de um doce, ou talvez você pudesse usar a sua linguagem conforme seu paladar, seu valor culinário. Então poderia dizer: “olha, a tua Palavra é mais saborosa do que uma picanha bem ao ponto. A tua Palavra é mais gostosa do que chocolate. A tua Palavra é mais refrescante do que uma coca-cola bem geladinha.”
Ela dá prazer a ele. Ele diz no versículo 131: “eu abro a boca e suspiro ansiando.” Há um desejo em seu coração, porque esta Palavra gera prazer. No versículo 111, ele diz: “Elas são a alegria do meu coração.” No 162, ele diz: “Eu me regozijo na Tua promessa.” No 174, ele diz: “A Tua Lei é o meu prazer.” Há aqui, um reconhecimento claro. As Palavras de Deus são prazerosas.
Amados, Sejamos guiados pela Palavra do Senhor, ela é justa e verdadeira. Apta para nos tornar perfeitos e perfeitamente habilitados para as boas obras. Em segui-la, há muito prazer na vida, pois bem-aventurado é o homem que Nela medita de dia e de noite. Amemos, pois, a Palavra e a guardemos em nossos corações, para nos deleitarmos com sua pureza e não pecarmos contra o Senhor. Rev. Liberato
O PODER DE JESUS PARA NOS SALVAR
Ao escrever estas palavras, Paulo encontrava-se preso em Roma, na eminência de seu martírio, mas para ele a tragédia pior e mais devastadora não era sair deste mundo, e sim sair dele despreparado para se encontrar e ficar diante de Deus no julgamento. Este é o grande perigo! Graças a Jesus, Paulo colocou sua confiança Nele, então a morte não o assustou.
Paulo acreditava na mensagem de Jesus sobre a preparação para deixar este mundo. Jesus queria que todos soubessem desse valor e usou uma linguagem prática para enfatizar seu ensino, confira em Marcos 9:42-48, você precisa conhecê-lo e jamais esquecer.
O relacionamento de Paulo com Jesus transformou sua crença em conhecimento: “Estou certo”. Quanto mais Paulo contemplava sua vida, mais sabia que colocar sua confiança em Jesus era a melhor escolha que poderia fazer. Ele sabia que o Senhor iria guardá-lo e nunca o deixaria ser tentado além de sua capacidade de resistir. De igual modo, nosso conhecimento vem quando nos aproximamos de Deus. Quando isto ocorre, começamos a pensar e falar cada vez mais sobre a vida eterna. Como Paulo passou a ter conhecimento e convicção de sua eternidade com Cristo, nós também podemos.
Para Paulo, “Jesus é poderoso” para “guardar” ou “manter” seguro a seus cuidados aquilo que lhe entregamos. Quando lhe entregamos o bem-estar eterno das nossas almas, precisamos saber que ele é poderoso, para guardar nossa salvação eterna e deixá-la bem segura. Nossas almas são protegidas pelo poder de Deus através da nossa fé.
Outra razão para a confiança de Paulo é que Jesus não é apenas poderoso para “salvar”, mas para “salvar para sempre” aqueles que “se chegam” (Hb 7.25). Quando vivermos pela fé, o poder de Deus nos mantém seguros como suas ovelhas, temos que continuar a seguir a sua voz.
Alguns só conseguem contemplar o poder de Deus em Sua atuação numa esfera material. Quando O buscam em suas necessidades materiais, em qualquer área, só observam o Poder de Deus, quando Ele resolve o problema. Nossa confiança no Senhor precisa ser tão forte quanto a de Paulo, precisamos acreditar que “ele é poderoso”, ainda que estejamos caminhando para a morte física, pois sabemos que nada nos poderá separar do amor de Deus que está em Cristo. Quando atingimos este nível de confiança, não somos abalados pelas tribulações da vida, caminhamos firmes com o olhar no autor e consumador da nossa fé.
Amados, deixemos nossa perspectiva e confiança serem como as de Paulo. Isso nos ajudará a viver na esperança hoje e amanhã, e nos levará ao dia eterno com a certeza de que em Cristo somos mais que vencedores.
Rev. Liberato
terça-feira, 15 de junho de 2010
UM TROFÉU INCOMPARÁVEL

Usando uma figura esportiva, Paulo escreve aos coríntios, para orientá-los na caminhada cristã. Assim como os brasileiros, os coríntios eram apaixonados por esportes. Naquela época, ocorria no Istmo, uma espécie de jogos regionais olímpicos. Este evento movimentava a vida da cidade e apaixonava seus moradores. Paulo, de maneira sábia, utiliza o quadro para instruir os irmãos de Coríntios de que, à semelhança dos atletas dos jogos do Istmo, eles deveriam correr a vida cristã com:
a) Disciplina. Todo atleta em tudo se domina... Atletas que se tornaram vitoriosos foram os que se disciplinaram em treinos, na vida, com o intuito de um melhor resultado. Disciplina alimentar, disciplina nos exercícios, até nos descansos. Em tudo se vê a necessidade de disciplina. Na vida cristã não poderia ser diferente.
b) Proceder conforme as regras. Correi de tal maneira que o alcanceis... Cortar caminho, usar de substâncias impróprias às vezes são meios praticados pelos atletas com o objetivo de alcançar o prêmio. Na copa de 2004, Diego Maradona foi excluído pela Federação Argentina de Futebol por ter sido pego no exame de antidoping. Os atletas que assim procedem, mesmo que ganhem o prêmio, são desclassificados. Na vida cristã não há atalhos, nem mecanismos de falsificação ou de fraude. Ou corre adequadamente, ou você é desqualificado.
c) Objetivo. (1 Coríntios 9.26). Um atleta inicia sua preparação de maneira menos intensa. Com o passar do tempo e a continuidade dos treinamentos, aumenta-se o ritmo, aceleram-se as atividades. O treino é movido por um objetivo, ser campeão! A Seleção Brasileira durante 4 anos se aplicou nos preparativos, treinos, jogos amistosos. Seu propósito é o Hexa. Quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Quem caminha sem meta não se dirige a lugar nenhum! O escopo do cristão é a eternidade com o Pai, tudo que fazemos aqui tem implicações eternas. Não podemos perder o nosso alvo.
A disciplina, o proceder conforme as regras e o objetivo conduzem ao Troféu, Prêmio. Os atletas olímpicos da antiguidade recebiam como prêmio uma coroa de louros. A Seleção Brasileira, como as demais seleções, está em busca, mais uma vez, do troféu de campeã do mundo. Todos os prêmios deste mundo são ilusórios, corruptíveis e temporais. Paulo nos adverte, via igreja de Corinto, de que, como cristãos, buscamos algo de maior valor, algo mais nobre, eterno. Os atletas que seguem atrás de um troféu comum se esforçam tanto; nós cristãos devemos esforçar-nos ainda mais, visto que o prêmio que nos aguarda é uma coroa incorruptível, não passageira e inigualável.
Amados, ao acompanharmos a Copa do Mundo, percebamos como os atletas lutam e se entregam, apenas por um título que é passageiro. Assim também, estimulemos uns aos outros, em nossa corrida cristã, a agir de maneira que alcancemos o troféu da soberana vocação, que o Justo Juiz já reservou para todos os vencedores!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO
Primeiro de maio é considerado o Dia do Trabalhador. De alguma forma equivocada o trabalho tem ganhado uma conotação negativa. Já ouvi por diversas vezes a expressão: “Se soubesse quem inventou o trabalho mandaria matar”. Aproveito ocasião para mostrar que o trabalho não é maldição, e sim, uma benção! Ao lermos a Bíblia, vemos que antes da queda da raça humana Deus dera tarefas ao homem, que deveria nomear os animais e cuidar do jardim. Trabalho não é resultante do castigo de Deus, mas faz parte integrante do processo criacional dEle para a raça humana, pois o homem não foi criado para a ociosidade. Após o pecado, foi que o trabalho ganhou a canseira e enfado.Além do significado do trabalho para nossa afirmação enquanto ser, ele sempre foi a força motriz da prosperidade e do êxito humano. Alguém já afirmou sabiamente que “O único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”.
Jesus cresceu num ambiente que valorizava o trabalho. Como criança aprendeu a profissão do pai ao lado de seus irmãos, por isso mais tarde foi conhecido como o carpinteiro. Os judeus tinham um ditado, que realmente fazia parte do cotidiano e de sua prática: “quem não ensina ao filho uma profissão, faz dele um ladrão”. Por isso, desde cedo, Jesus exerceu suas tarefas na carpintaria de seu pai, na condição de filho mais velho.
O trabalho é uma benção. “A ociosidade é como ferrugem: consome muito mais que o trabalho”. O homem precisa lutar diariamente para alcançar suas metas, atingir seus sonhos e objetivos. Sem o trabalho, o homem não tem honra. Infelizmente a má remuneração da mão de obra e a ausência de valor agregado ao trabalho fazem muitos crerem que o trabalho não compensa. O paternalismo do Estado assim como a falta de reconhecimento do valor do trabalho, manifesto num salário que não atende às necessidades do trabalhador, são fortes fatores de desestímulo e desencorajamento ao homem moderno.
A Palavra de Deus nos fala abundantemente sobre o trabalho: “Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento” (Pv 13.11); “A mão diligente dominará, mas a remissa será sujeita a trabalhos forçados” (Pv 12.24); O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser ele diligente” (Pv 12.27); “O que lavra a sua terra será farto de pão, mas o que corre atrás de coisas vãs, é falto de senso” (Pv 12.11); “O preguiçoso mete a mão no prato e não quer ter o trabalho de a levar à boca” (Pv 19.24); “O preguiçoso morre desejando porque as suas mãos recusam trabalhar” (Pv 21.25). Todas essas afirmações são tiradas de um único livro no Antigo Testamento, que foi escrito antes da vinda de Jesus. Na verdade, poderíamos citar centenas de outros textos semelhantes.
No Novo Testamento, encontramos outra dezena de citações relativas ao valor do trabalho, mas, dada a exiguidade de nosso espaço, gostaria de citar apenas uma destas. “Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que, entre vós, há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes, se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão” (2 Ts 3.10-12).
Que o Senhor nos ajude a glorificar Seu Nome em nossos campos de trabalho.