terça-feira, 4 de setembro de 2018

O CANTO DE UM ADORADOR AGRADECIDO

O CANTO DE UM ADORADOR AGRADECIDO
SALMO 116

        O salmo pode legitimamente ser chamado de doxologia (uma palavra de louvor) de Davi, porque nele Davi oferece louvores ao nosso grande Deus.   Ao ler esse salmo, percebo que aquilo que ele disse, em seu tempo, tem uma tremenda aplicação para nós hoje. Temos muitos motivos para louvar a Deus, e estamos atrasados ​​em dar-Lhe todo o louvor que Ele merece.
      Assim, disponibilizo o esboço do sermão em PowerPoint, sobre este importante assunto: O CANTO DE UM ADORADOR AGRADECIDO! Que foi pregado na IPBN por ocasião do Culto de Ações de Graças pela aprovação no Curso de Medicina da UNIC da nossa Irmã Ana Luiza Sampaio. Que o Senhor te abençoe e aplique Sua palavra em seu coração.
          Click no link e faça o download:

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

COMO TOMAR POSSE DAS PROMESSAS DE DEUS - Sermão

COMO TOMAR POSSE DAS PROMESSAS DE DEUS
Josué 5:1-12

Neste texto, o povo de Israel toma alguns passos importantes que o ajudou a se preparar para entrar em sua Canaã. Deus usou esses passos para habilitar o Seu povo a tomar posse da Terra Prometida, e reivindicá-la para a Sua glória.
      Assim como Deus desafiou Israel a se preparar para tomar posse da sua Terra Prometida, existem alguns passos que Ele deseja que tomemos para nos apropriarmos de suas promessas. Se realmente queremos o favor do Senhor, se realmente queremos desfrutar de uma vida cristã vitoriosa, se realmente queremos viver tudo o que o Senhor tem para nós, então devemos nos preparar, como Israel fez.
Assim, disponibilizo o esboço do sermão em PowerPoint, sobre este importante assunto: COMO TOMAR POSSE DAS PROMESSAS DE DEUS! Que o Senhor te abençoe e aplique Sua palavra em seu coração.

FLEXÃO X DERIVAÇÃO - Trabalho acadêmico

TRABALHOS ACADÊMICOS
Dentre outros assuntos, utilizarei esse espaço para publicar os trabalhos acadêmicos do meu Curso de Letras, na Unicesumar. Espero que possa contribuir com outros estudantes da nossa língua portuguesa.

FLEXÃO X DERIVAÇÃO


Quando pensamos no ensino da língua portuguesa, embora as regras e normas da gramática sejam necessárias e importantes, muitas vezes profissionais da área encontram dificuldade em explicar conteúdos gramaticais, como são tratados pelas normas tradicionais. Os estudiosos e pesquisadores buscam novas formas para utilizar e aplicar de maneira prática a nossa língua.
Assim sendo, pretendo levantar a seguinte questão: O grau dos substantivos deve ser considerado flexão ou derivação? Para melhor compreensão do assunto veremos o que pensam os linguistas e gramáticos sobre a matéria, a diferença entre flexão e derivação, e no final mostrarei porque o substantivo não se flexiona em grau.
Os autores Celso Cunha e Lindley Cintra – Nova Gramática do Português Contemporâneo (2008), seguem a NGB, apresentando três graus dos substantivos quanto a flexão: normal, aumentativo e diminutivo. Os adjetivos também seguem a mesma norma. Eles ressaltam que nem sempre o aumentativo está relacionado ao aumento de tamanho e o diminutivo a redução do tamanho do ser ou objeto descrito. Em alguns casos, podem significar depreciação, afeto e expressão de outros tipos de sentimentos.
Emani Terra e José de Nicola, na Gramática de Hoje (2008), também segue a NGB, afirmando: “Visto que o substantivo pode variar, vamos ampliar a definição de substantivo: substantivo é a palavra variável em gênero, número e grau que dá nome aos seres”. Eles defendem que o grau é puramente flexional, considerando que “o substantivo admite flexão de grau, isto é, podemos indicar o tamanho do ser que o substantivo representa em relação a um grau considerado normal”
Matoso Câmara (1970), o primeiro a considerar o assunto, na primeira metade do século XX, posicionou-se contra a tradição gramatical considerando a expressão de grau como um processo não flexional: “a expressão de grau não é um processo flexional em português, porque não é um mecanismo obrigatório e coerente, e não estabelece paradigmas exaustivos e de termos exclusivos entre si”.
Seguindo a linha de pensamento de Câmara, Evanildo Bechara, na Moderna Gramática Portuguesa (2009), não concorda com o que diz a NGB e ressalta que o grau não é um processo flexional, e sim derivacional, fazendo-nos refletir entre flexão e derivação. Também aborda a diferença entre substantivo, adjetivo e pronome, onde para muitos podem ser considerados um processo de flexão, ocorre o oposto, ou seja, um processo derivacional.
Por incrível que pareça, após pesquisa em algumas gramáticas escolares acerca da definição de flexão, não encontrei. A maioria delas traz o seguinte, ao iniciar o capítulo sobre flexão: “O substantivo flexiona-se em gênero, número e grau.” Fiquei curioso! Por que será que não explicam o que é uma flexão?
Segundo o prof. José Pereira da Silva, flexão é a modificação que a palavra sofre para concordar com outras. A flexão é formar modos de dizer a mesma palavra.
Por que a flexão é um processo sistemático, fechado, obrigatório, e de congruência (ou concordância)? “No plano sintagmático, a flexão provoca o fenômeno da concordância: móvel novo > móveis novos em oposição a a casa nova > a casinha nova.” (BECHARA, 1999: 341)
Para entender melhor a flexão, vejamos a definição dada por Câmara Jr. em seu Estrutura da Língua Portuguesa: “... o gramático latino Varrão (116 a.C. – 26 a.C.) distinguia entre o processo de derivatio voluntaria, que cria novas palavras, e a derivatio naturalis, para indicar modalidades específicas de uma dada palavra.” (CÂMARA JR., 1970: 81) Podemos perfeitamente depreender que a derivativo voluntária representa bem a derivação e a derivativo naturalis, a flexão.
No entanto, a derivação é um processo de formação de novas palavras através do acréscimo a afixos a um radical (base). E esta nova palavra tem um novo significado, remetendo-nos a um outro ser diferente daquele que a ela deu origem. A derivação é um processo assistemático, porque não há regras para o surgimento de novas palavras. Há palavras que sofrem a derivação e outras não. Dependerá da necessidade que o falante/escritor tem em nomear seres, ações, estados, etc.
Mattoso Câmara em sua Estrutura da Língua Portuguesa, 1970, deu-nos um ótimo exemplo: “Uma derivação pode aparecer par um dado vocábulo e faltar para um vocábulo congênere. De cantar, por exemplo, deriva-se cantarolar, mas não derivações análogas para falar e gritar, outros dois tipos de atividade da voz humana.” (CÂMARA, JR., 1970: 81)
Importante salientar que a derivação é um processo aberto, porque existe a possibilidade de fazer ou não a derivação de um dado vocábulo. Vejamos alguns exemplos de derivação: Café – cafezal; Oliva – oliveira; Mesa – mesário; Sal – salário; Elefante – elefanta; Profeta – profetisa; Aluno – aluna.
Há também casos de derivação cuja palavra léxica é a mesma, porém como podemos perceber os significados são distintos: Veja o exemplo: O cabeça – líder. A cabeça – uma das grandes divisões do corpo humano constituída por crânio e pela face.
Considerando, que a derivação é o processo pelo qual formamos uma nova palavra, ou seja, se o acréscimo de um morfema traz nova significação. Que as gramáticas escolares, de um modo geral, trazem a questão da variação de grau do substantivo como flexão. Leva-nos a seguinte conclusão: Se ao acrescentar o sufixo derivacional “zinha” à base do vocábulo mulher, tem-se não só uma nova palavra, como também um novo significado, bem diferente do anterior. Desta forma, não há flexão de mulher para mulherzinha, e sim derivação.
Penso exatamente como o prof. Evanildo Bechara em sua Gramática Escolar da Língua Portuguesa, quando afirmou:
“Os substantivos apresentam-se com a sua significação aumentada ou diminuída, auxiliados por sufixos derivacionais: homem –   homenzarrão – homenzinho. A NGB, confundindo flexão com derivação, estabelece dois graus de significação do substantivo: a) aumentativo: homenzarrão b) diminutivo: homenzinho. A derivação gradativa do substantivo se realiza por dois processos, numa prova evidente de que estamos diante de um processo de derivação, e não de flexão: a) sintético – consiste no acréscimo de um final especial chamado sufixo derivacional aumentativo ou diminutivo: homenzarrão, homenzinho; b) analítico – consiste no emprego de uma palavra de aumento ou diminuição (grande, enorme, pequeno, etc.) junto ao substantivo: homem grande, homem pequeno.”

 Referências:
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. rev. ampl. e atual conforme o novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.
CALICCHIO, F. C. Língua Portuguesa I. Maringá-PR: UniCesumar, 2017. Reimpresso em 2018. 310 p.
CAMARA, Jr. Estrutura da língua portuguesa. Disponível em: https://bit.ly/2KFPNIu. Acesso em: 15 jun. 2018.
CUNHA, C.; CINTRA, L. Nova gramatica do português contemporâneo. 5. ed. Rio de Janeiro: Lexicon, 2008.
TERRA, E.; NICOLA, J. de. Gramática de hoje. São Paulo: Scipione, 2008

OS OSSOS SECOS PODEM VIVER?


Ezequiel 37:1-14

            Esta passagem contém uma pergunta retórica: "Filho do homem, esses ossos poderão tornar a viver?" Você pode imaginar como Ezequiel ficou?! Ele está no meio de um campo de batalha onde só havia devastação, cadáveres, e a tarefa de enterrá-los seria demasiada. Os ossos estavam branquejando ao sol. Diante deste quadro, o profeta responde: "Ó Soberano Senhor, só tu o sabes"
            Os ossos representavam a nação de Israel que foi levada cativa para a Babilônia. Era prática comum deste Império deportar os líderes, os intelectuais, a nata da sociedade, pois sem eles, as pessoas ignorantes e pobres eram facilmente dominadas. Aqueles que foram levados para uma terra estrangeira imaginavam que a situação era impossível solucionar, sentiam-se impotentes, um lamento comum emergia. Os ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança, estamos completamente perdidos. Será que algum dia voltaremos à nossa pátria? Quando acabará esta situação? Por que Deus nos abandonou? Podem estes ossos viver? A resposta vem da boca de Ezequiel: “Ó Senhor soberano, só tu o sabes”
            Quando somos confrontados com os problemas que parecem impossíveis resolver, fica bem lembrar do profeta Ezequiel, sozinho num campo de ossos secos diante de uma tarefa impossível, fazer os ossos secos viver novamente. Quais são os seus “ossos secos”? Qual o fardo impossível que você está carregando? Seja qual for, podemos aprender três coisas com a experiência do profeta:
            Avaliar o tamanho do problema – V. 2 “Ele me levou de um lado para outro, e pude ver que era enorme o número de ossos no vale, e que os ossos estavam muito secos. ” Não havia como escapar da situação. Deus queria que Ezequiel tomasse ciência da gravidade da situação, fizesse um balanço. Aprendemos aqui que devemos enfrentar qualquer situação de frente. A realidade com a qual vamos lidar. Quais são os nossos pontos fortes e nossas fraquezas. Muitas vezes descobriremos que as circunstâncias não são tão ruins quanto pensávamos ser, e estamos equipados para lidar com elas. No v.4, Deus ordenou ao Profeta dar um segundo passo: "Profetize a esses ossos e diga-lhes: ‘Ossos secos, ouçam a palavra do Senhor. ” Você pode dizer, não sou um profeta, não posso profetizar. Mas a mensagem sutil aqui é esta: Deus ordenou a Ezequiel fazer alguma coisa. Ele pediu que o profeta profetizasse. Deus pode estar mandando-o fazer alguma coisa. Você não é um mero expectador. Assim como Ele fez através da voz do profeta, Ele agirá através da sua vida e em sua vida.
            Não estamos sozinhos, se participamos ativamente! A Palavra de Deus nos sustenta, assim como fez com Ezequiel. Ele foi fiel à Palavra e, por meio do poder da Palavra de Deus, o impossível se tornou exequível. Se estamos envolvidos ativamente com a Palavra de Deus, Seu poder se manifestará quando enfrentamos as situações complicadas. Ela nos levará ao quebrantamento, e reunirá os eventos e recursos de que necessitaremos para lidar com o problema. É a Palavra de Deus em nós que faz o milagre acontecer.
            Receberemos o poder de Deus – v.9 "Profetize ao espírito; profetize, filho do homem, e diga-lhe: Assim diz o Soberano Senhor: Venha desde os quatro ventos, ó espírito, e sopre dentro desses mortos, para que vivam". O Espírito trouxe vida aonde não havia vida. É assim conosco, o Espírito de Deus nos traz poder. Ele nos deu vida em Cristo Jesus. Quando estamos no “Espírito” e Ele em nós, aquilo que parece impossível, de repente, se torna possível. Devemos aprender a confiar no poder do Espírito de Deus em nós. Esse poder, essa força estará conosco para enfrentarmos as dificuldades que o mundo, a carne e Satanás impõem sobre nossas vidas.
            Há muito tempo, outro profeta falou: “Nenhuma arma forjada contra você prevalecerá, e você refutará toda língua que a acusar. Esta é a herança dos servos do Senhor, e esta é a defesa que faço do nome deles", declara o Senhor.” Isaias 54:17 Nenhuma arma forjada prevalecerá... Então, ossos secos podem viver. O que parece impossível é possível através do nosso trabalho com Deus, seguindo Sua Palavra e confiante no Espírito do Senhor.
                   Rev. Liberato Pereira dos Santos

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

FELIZ A NAÇÃO!

Salmo 33
            Apesar de todos os problemas políticos, sociais, econômicos e outros, não podemos negar que nossa nação tem sido abençoada pela graça comum de Deus.
Amanhã, comemoraremos a independência do Brasil, devemos ser gratos ao Senhor e clamar por suas bênçãos para o futuro do nosso país. Nesta data, recordamo-nos de homens e mulheres que ao longo da história têm lutado por uma nação verdadeiramente independente.
Nas Escrituras Sagradas, aprendemos que Deus é maior do que todas as nações, que foram criadas por Ele, e Deus usa o Brasil como parte de seus planos e, um dia, muitas pessoas de todas as nações farão parte do Seu Reino. A Palavra de Deus nos ensina, especificamente, o que uma nação deve fazer para receber as bênçãos continuas do Senhor.
Feliz a nação "cujo Deus é o Senhor". vs.12. Quando lemos esta passagem, podemos ver claramente o que significa ser uma nação cujo Deus é o Senhor.  Vs. 1-3 - Um povo que reconhece, adora o Senhor e lhe obedece. Vs. 4, 6 - Um povo que procura conhecer e cumprir aquilo que a Palavra de Deus determina fazer; Vs. 8 – Sua população teme ao Senhor e O reverencia; Vs. 10-11 - Um povo que busca os planos de Deus e não os seus próprios planos; Vs. 13-15 -  Seus habitantes têm a consciência de que são responsáveis pelos seus atos ​​perante o Senhor, e sabem que Ele os observa e considera tudo o que fazem. Para ser uma nação cujo Deus é o Senhor, devemos rejeitar todos os falsos deuses no país: o deus da riqueza material, o deus do prazer mundano e tudo mais que ocupe o lugar do Senhor. Não podemos negar que o Brasil ainda não tem o Senhor como o seu Deus, por isso Sua igreja tem a missão de anunciar a todos os brasileiros que não há outro Deus além do Senhor, mostrando-lhes a salvação que Ele oferece através do Seu bendito Filho.
Feliz a nação que busca justiça, v.5 – Em Provérbios 14:34, o sábio afirma: “A justiça exalta as nações; mas o pecado é o opróbrio dos povos.” O profeta Isaías inspirado pelo Senhor escreve: “Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas.” 60:12. A justiça é fazer o que é correto, direito. Infelizmente o que predomina neste país é a injustiça, por isso estamos mergulhados na corrupção. Estamos vivendo um período em que ser honesto e correto é vergonhoso. Precisamos orar pelos nossos governantes, a fim de que eles conheçam a Deus e venham servi-Lo fielmente, pois somente assim ocorrerá no país a prática da justiça. Os princípios bíblicos da justiça são: Não somos justos por natureza, por isso não nos tornamos justos apenas por fazer o que é bom, a nossa justificação é somente através de Jesus Cristo. 2 Co 5:2. Assim, nosso país necessita de Cristo para se tornar uma nação justa.
            Bem-aventurada é a nação que Confia em Deus. V.21; "Pois nele se alegra o nosso coração, porquanto temos confiado no seu santo nome. " No salmo 20:7, o salmista ainda afirma: “Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.” A nação que confia no Senhor não deposita sua confiança nas Forças Armadas, na tecnologia, história, inteligência, riquezas. Essa confiança tem que ser mais do que um slogan em sua moeda, mas uma total e irrestrita dependência do Todo-poderoso.
            Estamos vivendo uma fase  extremamente crítica em nossa nação, a população já não acredita mais nas instituições, pois o desrespeito e a corrupção drenam a moralidade e a justiça. É momento de o povo brasileiro se aproximar do Senhor, clamar pela nação, pois somente Ele nos poderá conceder a verdadeira independência, tal atitude deve partir inicialmente do povo de Deus: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” (II Cr 7:14).

            Que o Senhor tenha misericórdia do nosso Brasil e lhe dê dias plenos de justiça e prosperidade. 

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

COMO SER UM BOM PAI.

Lemos muito sobre "O que é um bom pai?" Isso é bom, mas quero ir um pouco mais longe, desejo escrever acerca de como ser um bom pai. Não é suficiente definir um bom pai, mas é importante tomar conhecimento das suas práticas.
        Ama a sua esposa – Seus filhos veem como ele trata a sua companheira, aprendem e formam conceitos sobre casamento com ele. É um modelo para seus filhos. Ele respeita e ama a sua esposa, exemplo que os filhos levarão para o casamento. Quando o pai desrespeita o seu cônjuge verbalmente ou fisicamente está degradando sua casa, a família e o casamento, consequentemente, seus filhos levarão tais atitudes para o casamento. observe Efésios 5:8.
    Não espera filhos perfeitos – Como não há pais perfeitos, não existem filhos perfeitos. Não espere que os seus filhos atendam a todas as suas expectativas, cumpram todos os seus objetivos traçados para eles, sejam o que você projetou. Há pais que desejam viver suas próprias vidas através dos seus filhos. Deseja que seu filho seja a estrela no futebol que ele não foi, case com uma pessoa rica e bem-sucedida algo que não fez. Os filhos são diferentes, não são os seus clones! É natural cometerem erros, não são perfeitos. Aceitem os seus filhos com são. Atente para Colossenses 3:21.
        Curte os filhos – O salmista diz: “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.” Salmo 127:3. Não são um fardo, nem para ser ignorados ou evitados, mas, desfrutados. Para apreciá-los é necessário gastar tempo, passear, brincar, compartilhar sua vida com eles. A qualidade do tempo é mais importante do que a quantidade. No tempo que você passa com eles, diga-lhes o quanto são importantes para você.
Escuta os filhos – Dê-lhes a atenção, não com um olho na TV e outro neles. Ouça os seus filhos quando estão com problemas, preocupados, sentindo-se solitários. Eles não necessitam de desenhos animados, jogos eletrônicos, mas de atenção, como seu melhor amigo. Envolva-se com os seus filhos, saiba o que está acontecendo com eles. Se ouvi-los nas pequenas coisas, serão capazes de compartilhar com você as coisas mais intimas. Reflita sobre Provérbio 1:5.
     Disciplina seus filhos – Deve ensinar seus filhos a respeitar a autoridade na casa, assim aprenderão a respeitar as autoridades na escola e no mundo. Estabelecer LIMITES para os filhos, regras e regulamentos. Pratique Provérbios 23.13 e Efésios 6:4.
        Ora pela sua vida e a dos seus filhos – Você não tem todas as respostas para seus filhos e não pode resolver todos os problemas deles. Você não tem toda a sabedoria, amor e paciência que deveria ter, então necessita da ajuda de Deus.  Como também você não pode estar com seus filhos o tempo todo, mas Deus pode. Você não pode protegê-los aonde quer que vão, mas Deus pode. Muitas vezes você não estará com eles quando tiverem que escolher o certo ou errado, mas Deus estará. Então ore pela vida dos seus filhos. Faça como o salmista, Salmo 55:17.
       É referencial positivo – Você é um exemplo para o seu filho, queira ou não, bom ou mau. Ele vai, em um grau ou outro, olhar para suas atitudes. Você herdou algumas características de seu pai, assim seus filhos vão herdar algumas de você. Influencie seus filhos positivamente. Pratique Provérbios 22:6
         Prepara seu filho para a vida – Você está preparando seus filhos para saírem de casa? Um dia eles levarão tudo que aprenderam com você. Mas se não os preparar para a eternidade, você falhará como pai. Deus não lhe deu filhos apenas para prepará-los para ser médico, professor, encanador, motorista e outras profissões, Ele lhe deu a fim de você prepara-los para a eternidade. Você não pode escolher o caminho eterno para eles, mas pode mostrar-lhes o caminho para o Céu. Não ignore a vida espiritual dos seus filhos, seja um bom pai, guie-os para a eternidade. Veja Provérbios 23:24.

         Que o Senhor abençoe a todos os pais, capacitando-os a desempenharem com zelo e dedicação a paternidade, e sejam felizes em mais este dia.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

ESTUDO PARA CASAIS - APRESENTAÇÃO POWERPOINT

Disponibilizo para os visitantes, o esboço do estudo que foi ministrado na última reunião de casais da IPBN, foi uma bênçãos! Fomos todos edificados. Click no link abaixo e faça o download: