terça-feira, 7 de julho de 2015

SERMÃO: A DIFERENÇA É TUDO QUE IMPORTA!

Disponibilizo para os visitantes o sermão que preguei na IPBN, no dia 28/06, por ocasião do Culto de Louvor e Adoração. Espero que seja edificado ao ouvir o áudio e ver a apresentação. Deus o abençoe grandemente.
Click nos links e faça o download:

terça-feira, 30 de junho de 2015

SUPERANDO OS OBSTÁCULOS

Marcos 10: 46-52
No texto supracitado, Jesus e seus discípulos estavam passando por Jericó a caminho de Jerusalém. Muitas pessoas também faziam o mesmo percurso, visando à participação na festa da páscoa em Jerusalém, por isso havia uma grande multidão. Alguns aproveitavam para expor seus produtos e atrair compradores, havia muita gritaria. Um homem chamado Bartimeu estava sentado à beira do caminho, pedindo esmola, pois era cego. Não tinha nada para vender, apenas gritava por misericórdia àqueles que por ali passavam. Naquela época, se a pessoa não pudesse trabalhar e não tivesse ninguém que a ajudasse, não restava outra coisa senão pedir esmolas. A situação de Bartimeu era triste. Quando ele soube que Jesus estava passando à sua frente, começou a gritar: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim. ” As pessoas que estavam próximas o repreenderam, ordenando que ficasse calado, mas Bartimeu gritava ainda mais alto. De repente, Jesus parou, e mandou chamá-lo. Assim as pessoas disser am ao cego: “Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama. ” Bartimeu jogou a capa fora, ficou de pé e foi ao encontro do Mestre. Jesus lhe perguntou: Que queres que te faça? Ele respondeu: “Mestre, que eu veja. ” Então, Jesus curou-o e disse: “Vai, a tua fé te salvou. ”
Esta história nos apresenta algumas lições para superar os obstáculos que surgem em nossas vidas:
            1. Venha a Cristo não importa se as pessoas tentem impedir ou zombem da sua fé. Bartimeu ignora as pessoas que tentavam impedi-lo de clamar por Jesus. Ele desejava ardentemente estar na presença do Mestre, pois confiava que isso mudaria sua vida, assim teve sua vida transformada. Se Ele tivesse escutado aqueles que estavam ao seu redor não teria gritado por Jesus, certamente morreria como mendigo, cego e pobre. Jesus passava pela última vez em Jericó e ninguém sabia, mas Bartimeu não perdeu a oportunidade, ele cria que Jesus poderia curá-lo e não deixa que nada o impeça de receber a bênção. Não deixe que as pessoas à sua volta impeçam você de fazer um compromisso total com Cristo e receber a sua vitória. Não deixe que nada se interponha entre você e Ele.
2. Venha a Cristo, não importa quão grande seja o obstáculo. Isto nos leva a outro ponto muito importante nesta história. Observe que Bartimeu jogou sua capa para o lado quando foi para Jesus. Para nós, hoje, não parece muito, mas esse manto era um revestimento exterior ou uma blusa, pode ter sido a única coisa de valor que ele possuía. As pessoas pobres usavam seus mantos para mantê-las aquecidas durante a noite e se proteger do sol durante o dia. Quando ele a jogou de lado para ir a Jesus, estava dizendo: "Não vou deixar que nada neste mundo me impeça de ir a Jesus." Imagine-se, jogando de lado tudo de valor que você possui: seu carro, celular, computador, fama, títulos para chegar a Jesus. Muitas vezes colocamos as coisas materiais entre nós e o Senhor. Lembre-se de  que Jesus afirmou que não podemos amar a Deus e ao dinheiro (Mt 6:24). Tiago diz: "a amizade do mundo é inimizade contra Deus." (Tg4: 4) Não deixe que nada impeça você de aproximar do Senhor, pecados, bens materiais ou amizades. Nele está a sua vitória!
            3. Venha a Cristo e apresente sua necessidade. A pergunta de Jesus a Bartimeu parece boba: "Que queres que te faça?" Jesus sabia exatamente o que ele precisava. Mas Deus deseja que Lhe apresentemos as nossas impossibilidades. Ele espera que confessemos nossas necessidades. De que realmente você precisa? Seja honesto com Deus e reconheça que você nada obterá sem Ele.
4. Venha a Cristo e O siga por onde quer que andares. Finalmente, quando Bartimeu foi curado, ele "seguiu Jesus pelo caminho." Quando recebemos o perdão dos pecados e aquilo de que necessitamos, devemos segui-Lo. Se você recebeu o maravilhoso dom da salvação de Deus, sua resposta deve ser amá-lo e obedecer-Lhe sempre. Muitas pessoas depois que recebem aquilo que procuram, são ingratas e abandonam a Cristo. Não proceda assim.
            Querido, não deixe que os amigos, família ou qualquer outra coisa o impeça de clamar por Jesus Cristo, nada pode interpor-se no seu relacionamento com Deus. Diga a Ele aquilo de que  você precisa, certamente, Ele fará tudo aquilo que você realmente necessita, pois Ele o ama.
                                        Rev. Liberato Pereira dos Santos

sexta-feira, 26 de junho de 2015

CRISTO, O SENHOR DA HISTÓRIA - DESAFIOS PARA UMA VIDA CENTRADA EM CRISTO


Disponibilizo a apresentação de um estudo da série em Colossenses, cujo tema é: Cristo, o Senhor da História. Capítulo 3:1-4 - Subtema: Desafios para uma vida centrada em Cristo. Click no link e faça o download:

CRISTO O CENTRO DA HISTÓRIA HUMANA - DESAFIOS PARA UMA VIDA CENTRADA EM CRISTO.pdf 408 KB https://mega.co.nz/#!IcgDXbzD!EyxtkfvJhEFy6tV9lX8FTkZGRUp3eJaDJzjwBMv66mk

quinta-feira, 25 de junho de 2015

POR QUE FERIMOS AS PESSOAS QUE AMAMOS

Tiago 4: 1-10
A questão, levantada por Tiago há mais de dois mil anos, ainda é pertinente em nossa sociedade: "Donde vêm as guerras e contendas entre vós?". Por que nossas crianças entram tão cedo no mundo do crime? Por que os maridos espancam suas esposas? Por que os filhos causam mal os pais e estes maltratam os filhos? Por que temos a tendência de ferir aqueles que dizemos amar?
No livro, “O Amor tem que ser firme”, James Dobson registrou uma ilustração que demonstra claramente como estas questões afetam a sociedade. Ele conta a história de um professor, da sexta série, que deu uma atribuição à sua classe. Cada aluno foi convidado a completar a seguinte frase: “Eu desejo...”. O professor esperava que as crianças expressassem desejos tais como: bicicleta, cães, televisão, viagem e outros. Mas em vez disso, vinte das trintas crianças fizeram referência, em suas respostas, algo que demonstra a desintegração da família. Algumas das respostas: Gostaria de que meus pais não brigassem; de que meu pai voltasse para casa; de que minha mãe não tivesse um namorado; de ter um pai e uma mãe para que meus colegas não zombassem de mim; de ter um rifle M-1 para atirar naqueles que zombam de mim.
            Embora Tiago tivesse em mente os conflitos na congregação, agressão e divisão (o que ainda hoje ocorre) suas palavras aplicam-se igualmente à família, que pratica a violência e está despedaçada. As mesmas paixões que levam a disputas na igreja estão presentes na raiz dos conflitos em todos os segmentos da sociedade. Assunto do coração, seja contra Deus, o cônjuge ou  o semelhante, Tiago nos ajuda a entender a questão.
            É um problema lá no princípio, quando nossos pais Adão e Eva pecaram, no Éden,  e a Bíblia afirma que eles morreram. Tornaram-se criaturas autossuficientes, separados da vida de Deus. Desde então, procuraram encontrar vida dentro de si mesmos, satisfazer seus próprios desejos. O desejo de ser alguém, de ter segurança, de ser amados, de fazer algo de valor. Em vez de descansar e contentar-se com suas necessidades supridas por Deus, entraram numa luta interior para encontrar vida onde não existe.
            O homem é incapaz de suprir seus desejos por si mesmo, e isso o leva à frustração e hostilidade. Tiago diz: “Cobiçais e nada tendes; logo matais. Invejais, e não podeis alcançar; logo combateis e fazeis guerras. Nada tendes, porque não pedis.” Frustrado por pessoas e circunstâncias, agride aqueles que o rodeiam. Torna-se disposto a ferir e destruir para ter seus desejos saciados. Todos estão competindo pelas mesmas coisas, assim fazem de tudo para eliminar a concorrência.
            Tiago nos mostra que, enquanto olhamos para a realização da vida em qualquer outra fonte que não seja Deus, o conflito nunca cessará. Nunca vamos contentar-nos com o que somos, temos, onde estamos, e o que temos feito. Continuaremos frustrados e consequentemente machucamos até mesmo aqueles que mais amamos.
            O homem é tão egoísta que sua oração em vez de ser uma rendição ao plano e propósito de Deus é meramente uma busca da satisfação dos seus próprios desejos. Se Deus atendesse a maioria das nossas orações fortaleceria, ainda mais, a nossa soberba e vaidade.
            Como você completaria esta frase: “porque para mim o viver é .....” A vida para você é definida como meta, trabalho, posse, fama? É o cumprimento de todos os seus desejos ou é Jesus Cristo. Viver e servir como Ele, depender dEle em tudo que necessita, ou você ainda está lutando para atender às suas próprias vaidades, com luta, guerra, esmagando a concorrência?

            Tiago encerra o nosso texto dizendo: “Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.” Quando aceitamos esta recomendação, admitimos que uma vida satisfatória é impossível sem Deus. Então, Ele transforma nossos corações e alinha a nossa vida, entendemos que a nossa luta não é contra pessoas, cessarão os nossos conflitos e deixaremos de ferir aqueles que amamos. Concluiremos que não seremos totalmente satisfeitos enquanto não vivermos exclusivamente para o nosso Deus.
                                          Rev. Liberato Pereira dos Santos

segunda-feira, 8 de junho de 2015

VOCÊ É, VERDADEIRAMENTE, UM DISCÍPULO?

Em Mateus 5:1-12, encontramos as Bem-aventuranças, que poderiam ser nomeadas como: “A chave para receber a aprovação de Deus.” Bem-aventurado significa: “feliz”, “super feliz”, “alegre”. Elas representam o padrão de caráter desejado por Deus para cada cristão, aquilo que deve ser evidente na vida dos discípulos de Cristo. Vamos analisar as quatro primeiras:
Bem-aventurados os pobres de espírito -  Não se refere à pobreza material, e sim, a indigência, inferioridade aos olhos de Deus, em outras palavras, espiritualmente falido. Um bom exemplo é do Publicano, Lc 18:9-14, que orava a Deus reconhecendo-se pecador, pelo que não podia viver ser Deus e Sua orientação. Estava consciente de que, por méritos próprios, seria incapaz de salvar a si mesmo e nada podia fazer que o tornasse digno perante Deus. Acredito que, se existe algo que impede um relacionamento de intimidade com Deus em nossos dias, mais do que qualquer outra coisa, é o ORGULHO. Uma pessoa orgulhosa é o oposto do pobre de espírito. O fariseu se julgava justo, superior aos demais. Não há perdão e reconciliação, a menos que a pessoa chegue ao ponto de reconhecer: Sou pecador diante de Deus e necessito da sua graça e misericórdia. As grandes bênçãos são encontradas quando nos humilhamos diante do Senhor. Seja um discípulo pobre de espírito, renda-se completamente aos pés do Senhor diariamente.
Bem-aventurados os que choram – Não se refere ao choro por qualquer motivo, apesar de sabermos que Deus traz consolação ao coração partido. Mas o choro nesta bem-aventurança se refere a um coração compungido por causa do pecado que cometeu contra o Senhor. Um bom exemplo disso é o salmista Davi, quando escreve o salmo 51, ele sabia muito bem que havia pecado contra o Deus – adultério e assassinato – mas teve um coração verdadeiramente arrependido. Não podemos tratar o pecado como uma atitude ocasional, mas consciente da sua gravidade e consequência. Ele deve provocar tristeza em nosso coração, o choro do arrependimento, como fez Pedro. O Senhor promete que os que choram serão consolados, serão perdoados e receberão o conforto espiritual. Seja um discípulo que não se conforma com o pecado, mas se entristece profundamente quando faz algo que afronta o caráter do Senhor.
Bem-aventurados os mansos – Certamente não é alguém fraco, medroso, covarde, mas alguém que realmente entende sua relação com Deus e as outras pessoas. Uma pessoa mansa é alguém que tem autoestima equilibrada, afável, pacífica, ver-se como um mero ser humano, sem reclamações por status, poder. Por causa de sua compreensão de si mesma, é capazes de tratar os outros de forma adequada, gentil e com consideração. São capazes de seguir a regra de ouro: “Faça aos outros aquilo que gostaria de que lhe fizessem. ” O que caracteriza uma pessoa mansa, como deve agir o discípulo de Cristo? Como uma pessoa controlada, domada, e não indisciplinada, humilde e não orgulhosa, complacente e não vingativa, que tem domínio próprio e não se irrita facilmente.
            Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça – Significa desejar, mais do que qualquer outra coisa, o Reino de Deus. Para ele, em todos os seus dias, há um desejo forte de se agarrar às coisas de Deus e abastecer-se delas.        Fome e sede são apetites saudáveis que trazem alegria e satisfação quando são atendidos, mas são tormentos e torturas quando não satisfeitos. Uma pessoa que tem fome e sede de justiça nunca se sentiria satisfeito apenas com a leitura e oração no culto de domingo, mas busca ansiosamente o alimento diário, ou seja, uma vida devocional diária. Não se contenta em envolver-se apenas quando for conveniente no trabalho do Senhor, mas não se satisfaz enquanto não estiver totalmente envolvida com a obra de Deus. O Senhor está buscando discípulos que tenham fome e sede de justiça em nossos dias.

            Você é um discípulo pobre de espírito que reconhece sua necessidade absoluta de Deus? Que realmente chora arrependido pelos seus pecados, grato por sua salvação? Manso, compreendendo sua posição real aos olhos de Deus e tratando corretamente os outros? Tem fome e sede de Justiça, simplesmente não consegue viver sem Deus?

sábado, 30 de maio de 2015

COMO CONSTRUIR UMA FAMÍLIA CRISTÃ FORTE

Salmos 127:1-5
            Um repórter entrevistando um filipino, que estava trabalhando no Oriente Médio, fez a seguinte pergunta: Qual a sua motivação para suportar todas as dificuldades, discriminações, injustiças e solidão, enquanto trabalha noutro país? Ele respondeu: “Faço todo este sacrifício por minha família. Sendo um filipino, como estrangeiro, posso lhe dizer, por experiência, quão difícil é trabalhar num país com a cultura totalmente diferente da sua. Nós estamos fazendo todos estes sacrifícios para as nossas famílias. ” Mas, ironicamente, em vez de construir a família, a estatística mostra-nos outra história, casamentos desfeitos, filhos órfãos e vidas arruinadas.  Analisando melhor esta circunstância, percebemos que é impossível construir uma família bem sucedida e feliz sem Deus como o fundamento principal. O Salmo 127, diz exatamente isso: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam...”         Se queremos construir uma família forte, devemos colocar nossa total dependência em Deus.
Temos que olhar para Ele como O Construtor – v.1. Como pais, a nossa responsabilidade é treinar os nossos filhos e prepará-los para o futuro. Desejamos que eles sejam fortes, e os formamos de acordo com o conhecimento e experiências que adquirimos na vida. Mas as estratégias e disciplinas humanas são imperfeitas. Não podemos esq uecer que Deus é o verdadeiro dono dos nossos filhos. Ele é o verdadeiro construtor da nossa família. Assim devemos reconhecê-lO como o único chefe da nossa casa e construirmos nossa família de acordo com a Sua palavra. Sem isso, todo o nosso esforço será um fracasso, no final, a menos que reconheçamos Deus como o verdadeiro Senhor da nossa família.
            Deus usa colunas para construir a nossa família, quais são: Sua Palavra para edificar a nossa fé, a oração para construir nossa confiança nEle, o amor para nos ligar uns aos outros, o entendimento para formar o nosso caráter, o perdão para nos fazer compreensíveis e compassivos, o exemplo e os testemunho dos nossos pais para nos ajudar a construir nossas atitudes, a obediência para nos fazer Seus filhos. Cuide para que estes pilares estejam bem firmados em sua família.
            Temos que vê-lO como protetor – v.1 Neste mundo tecnologicamente avançado, o acesso dos nossos filhos às más influências e informações poluentes é quase impossível evitar. Todos nós, especialmente, nossos filhos somos vulneráveis aos ataques hostis que procuram destruir a família. Nossa proteção está constantemente em risco. Assim devemos admitir que somente Deus nos pode proteger com Seu poder onipresente.
            Deus usa cercas para proteger nossa família, quais são: Seu ensino para nos proteger das falsas crenças, a igreja e os irmãos para fortalecer nossas convicções, a família para proteger nossos corações, Sua presença para guardar a nossa alma, Seu amor do qual ninguém nos poderá separar.
            Temos que admiti-lO como provedor – v.2. A eficácia do nosso trabalho e cuidados dependem da operação e da providência de Deus, senão todo nosso esforço será inútil. “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois ele supre aos seus amados enquanto dormem. ”
            Deus fornece tudo de que precisamos para construir nossos lares: O leite e o pão da Sua Palavra para nos alimentar, a água do Seu Espírito para nos refrescar e reavivar, favores e oportunidades para crescimento, sabedoria e habilidade, cura, emprego, amigos e parceiros, e além do que vemos e pensamos.
            Se Deus é o fundamento de uma família forte, então devemos construir a nossa família em Jesus. Jesus é a Rocha, a fundação forte da nossa casa. Devemos ouvi-lO e obedecer a Sua Palavra (Mt 7:24-25); Ele deve ser a nossa prioridade (Mt. 6:33); O Senhor e Rei da nossa vida, a quem entregamos nossa vontade e planos.

            Seja sábio, procure edificar sua casa sob a orientação do divino Arquiteto, assim nenhum vendaval poderá destruir sua família, pois Ele estará contigo sempre. Sua prole será abençoada e abençoadora. 
                      Rev. Liberato Pereira dos Santos

terça-feira, 26 de maio de 2015

ANDAR JUNTOS EM FAMÍLIA

Am 3:3
O princípio do texto supracitado aplica-se a todas as relações na vida, começando, naturalmente, do nosso relacionamento com Deus. Se pretendo andar com Deus, devo concordar com suas diretrizes para minha vida. Somente estarei disposto a trabalhar com Deus, quando me coloco em suas mãos para Ele realizar sua vontade em mim e através da minha vida.
Este princípio aplica-se também à família, se vamos caminhar juntos para um relacionamento significativo, necessitamos aquiescer em trabalharmos juntos. Um ingrediente essencial para o trabalho em família é o acordo quanto às metas e aos objetivos, obviamente devemos ter certeza de que os alvos estão em harmonia com a vontade do Senhor para nossa família. O sábio disse: "Onde não há visão, o povo perece." Pv 29:18. A palavra “perecer” também pode ser traduzida por: “ir desenfreado... cada um à sua própria maneira. ” O que é uma descrição trágica da estrutura de muitos casamentos, famílias e igrejas hoje. "Todas as pessoas faziam o que parecia direito aos seus próprios olhos." - Jz 21:25. Concordância sobre metas comuns é fundamental para se caminhar juntos num relacionamento significativo entre os cônjuges e a família. Deus definiu metas para o casamento e a união familiar, e a razão para isso é  o bem-estar e o enriquecimento dos relacionamentos.
            A vida consiste em tomada de decisões, onde investir seu tempo, atenção, esforço e dinheiro. Sem metas estabelecidas haverá confusão e conflitos abundantes. Ao definir metas, no entanto, uma família diante de uma decisão pode simplesmente perguntar: “Será que esta escolha vai melhorar ainda mais nossos objetivos familiares, ou impedi-los? Devemos sempre lembrar das prioridades, pois coisas “boas” são os piores inimigos das “melhores”. Nossa responsabilidade deve ser com as prioridades no relacionamento com Deus e a família. Se queremos que o nossos casamentos e nossa família sobreviva neste mundo hostil e prospere no futuro, necessitamos determinar quais coisas precisamos fazer que contribuem para este fim.
        Quando definimos as metas e objetivos e conseguimos colocá-los em prática, experimentamos uma sensação de segurança e alegria, e verificamos que não somos desafortunados fora do controle, mas que estamos progredindo em direção a cumprir o propósito traçado por Deus para nossas vidas. “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.” Sl 37:4-5. Dois princípios importantes: 1 – O que sinto prazer determinará os meus desejos. Se tenho prazer em Deus, vou amá-lo e obedecer-lhe; 2 – De quem dependo determinará o meu destino. Se dependo de mim, vou fazer o que quero, mas se dependo de Deus realizarei aquilo que Ele deseja. Isto se aplica ao casamento e à família. Necessitamos buscar constantemente a direção de Deus para aquilo que vamos fazer e como fazer, se assim procedermos estaremos seguros e investiremos naquilo que tem significado eterno.
            A nossa geração vive num "vácuo de liderança", há uma procura de indivíduos ou famílias que sabem para aonde estão indo. As famílias cristãs podem ser uma testemunha e um exemplo através do estabelecimento de metas e objetivos que glorificam a Deus.
           Amados, Deus deseja que sua família seja construída num propósito de unidade, trabalhando juntos; uma família que compreenda as prioridades e tome decisões que venham contribuir para o seu fortalecimento, desfrutando do sentimento de segurança e realização, e uma família que se torne uma testemunha para esta geração daquilo que Deus realiza na vida daqueles que fazem a Sua vontade.

            Que o Senhor abençoe abundantemente sua família.