terça-feira, 1 de outubro de 2013

ALEGREI-ME, QUANDO DISSERAM VAMOS À CASA DO SENHOR!

                                                                                 Salmo 122:1image

Muitos cristãos não valorizam mais os momentos de celebração comunitária, contrariando, assim, o ensinamento bíblico a respeito do assunto. Não podemos desenvolver um cristianismo no isolamento, fora do corpo de Cristo, Sua igreja. O escritor da Epístola aos Hebreus, inspirado pelo Espírito Santo, escreveu: “Não deixemos de frequentar as nossas reuniões, como alguns costumam deixar. Ao contrário, procuremos animar-nos sempre mais, principalmente agora que vocês estão vendo como se aproxima o Dia do Senhor.” (10:25). Segundo a orientação bíblica, o cristão deve ser fiel à reunião dos santos na casa de Deus.

Para muitos, a reunião comunitária é opcional, por isso inventam uma série de desculpas, para não comparecer, quando na realidade é falta de interesse e obediência à Palavra do Senhor. Sentimos a ausência de cada membro no corpo, mas, na verdade, quem realmente perde são aqueles que não comparecem, pois é impossível ter um crescimento cristão saudável fora do corpo de Cristo.

Lembro-me da ilustração que conta a história de um pastor que foi visitar sua ovelha, que estava ausente das reuniões comunitárias. O Pastor indagou sobre sua ausência, e o irmão respondeu: “Eu acho que posso adorar bem a Deus sozinho sem estar na igreja.” Depois de refletir um momento, o pastor foi à lareira e retirou um tição em chamas e deixou fora, passado algum tempo ele foi apagando-se. O irmão entendeu a lição, e afirmou a seu pastor: “no domingo estarei na celebração com meus irmãos.”

Antes de admoestar os hebreus sobre a necessidade de frequentar as reuniões, o escritor da epístola faz a seguinte afirmação, no versículo 24: “Tenhamos consideração uns para com os outros....” Com isso, ele está ensinando que a comunhão com Deus não deve jamais ser algo egoísta. Também devemos ter comunhão com outros cristãos da congregação local. Ao que parece, alguns dos cristãos vacilantes se ausentavam da comunhão da igreja. É interessante observar que a ênfase aqui não é sobre o que o cristão recebe da congregação, mas sim sobre a contribuição que ele pode dar à congregação. A frequência fiel aos cultos da igreja encoraja e estimula o amor e as boas obras. Um dos principais motivos para essa fidelidade é a volta iminente de Jesus Cristo.

Esta exortação do escritor sobre a necessidade de se congregar é a quarta de cinco encontradas em Hebreus. Considero importante que você atente para elas, e veja como está desenvolvendo sua vida cristã: O cristão que começa a desviar-se da Palavr a (Hb 2:1-4), logo passa a duvidar da Palavra (Hb 3:7 - 4:13). Em seguida, torna-se tardio para com a Palavra (Hb 5:11 - 6:20) e "preguiçoso" em sua vida espiritual, o que resulta em desprezo pela Palavra e pela vida comunitária. No versículo 26, ele afirma que aquele que segue este caminho corre um sério risco de viver deliberadamente no pecado.

Meus irmãos, fica bem uma reflexão sobre como estamos na prática da vida comunitária. Se você tem sido frequente, continue firme, pois esta é a vontade de Deus para sua vida, mas, caso você não tenha dado muita importância, procure imediatamente rever seus conceitos e volte a frequentar a sua comunidade.

Deus o abençoe abundantemente.

BRASIL, VOLTE-SE PARA DEUS – SERMÃO EM ÁUDIO

Apresentação1

Sermão que preguei na IPN, no dia 08/09, por ocasião do Culto Cívico.  

Clik no link abaixo e faça o download:

https://mega.co.nz/#!0lQT0Jya!AhbWjyK9BOoU98ZLT8beVmIei7BILnNIKSPpPRmbCbQ

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

FELIZ A NAÇÃO CUJO DEUS É O SENHOR!

Como seria bom se pudéssemos viver uma Teocracia. Infelizmente, não vivemos. O padroeiro, o protetor de nossa nação não é o Senhor Deus, o Pai de Jesus Cristo. Não é o Grande El Shadai, Adonai. Nosso país, apesar de ser considerado um dos maiores paíjesus é o senhorses cristãos do mundo, pratica um cristianismo adulterado, distante, em tese, do cristianismo primitivo. Não tenho dúvida de que os problemas sociais que enfrentamos são fruto do distanciamento da nossa nação de Deus. A independência política não nos livrou da escravidão do pecado, por isso nosso país continua escravo da corrupção, violência e tantas outras mazelas que nos assolam.
Quero aqui citar o maravilhoso texto escrito por Ivone Boechat:
"A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele possa exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se busca deuses falsos, confia em criaturas, ou quando não se cultua a Deus, a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar na adoração e eminência na vida da sociedade, esta padece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade.
Uma nação se constrói no alicerce da fé. Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” (Pv 22:6). Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade” (Ec 12:1). Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria...” (Sl105:22). Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “...como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” (II Pe 1:19). Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas Sagradas Escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (Is 40:8). Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” (Pv 8:20).
A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente na alegria de geração eleita, confiante. Cada família pode apresentar-se como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilante da paz.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhece que, desde a antiguidade, “Fiel é Deus pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.(I Cor.1:9)"
Como igreja, recebemos a missão de conduzir nosso país aos pés do Senhor Jesus Cristo, através da pregação eficiente do Evangelho. Se queremos um país verdadeiramente independente e feliz, devemos pregar com ousadia a Palavra a todos os cidadãos brasileiros, a tempo e fora de tempo, a fim de que possam alcançar uma posição correta perante o Criador e desfrutar da verdadeira vida, que somente Ele pode oferecer.
Encerro com as palavras do autor sacro: “Salve Deus a minha Pátria, Minha Pátria varonil! Salve Deus a minha terra, Esta terra do Brasil.”

ESTOU DE VOLTA, DEPOIS DE UM LONGO TEMPO!

Em primeiro lugar, peço desculpas a todos aqueles que visitaram o blog e não encontraram atualizações. Andei desmotivado em postar, mas agora, com a graça de Deus, pretendo postar semanalmente. Meu obejetivo é abençoar a vida de todos aqueles que passarem por aqui em busca de uma palavra amiga e edificante.

Publicarei semanalmente o áudio dos sermões que prego na IPN, bem como aqueles ministrados em outras igrejas. Disponibilizarei os editoriais que escrevo para o boletim da IPN e outros artigos.

Agradeço pela sua visita, e volte sempre!.

Que a Graça do Senhor seja abundante em sua vida.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

SOMOS VERDADEIRAMENTE LIVRES?

           O que é Liberdade? Um conceito, uma idéia, uma teoria?  É isto e ainda mais do que isto, porque é um conceito, uma ideia e uma teoria pela qual vale a pena morrer. Muitos deram sua vida pelo ideal de liberdade. Podemos citar alguns casos mais conhecidos: Tiradentes.  Para defender a liberdade do nosso país ele colocou seu pescoço à forca; D. Pedro I. Foi para que o Brasil deixasse de ser colônia de Portugal que no dia 07 de setembro de 1882, às margens do Ipiranga, que o herói da independência bradou a célebre frase: “Independência ou morte!”; Martin Luther King Jr. Foi pelo sonho de viver numa sociedade livre de preconceito, exclusão, que esse pastor protestante e ativista político estadunidense organizou a marcha da liberdade, foi para a cadeia e acabou sendo assassinado.
Foi por uma liberdade muito maior, a nossa libertação espiritual, que Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Emanuel, o Messias deixou sua morada celestial, nasceu de uma virgem, viveu nesta terra por 33 anos e morreu em uma cruz. Paulo descreve sobre esta liberdade em Gálatas 5:13: “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; pelo contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor.” Graças a Deus Todo-poderoso que em Cristo nos faz verdadeiramente livre.

Somos chamados para viver em liberdade não para satisfazer a natureza pecaminosa, mas a liberdade para servir uns aos outros em amor. O tema central da carta de Paulo aos Gálatas é a liberdade. Essa epístola foi escrita por ele para refutar aqueles que estavam ensinando que os cristãos gentios deveriam obedecer todas as leis judaicas.

Cabem aqui alguns alertas: Em primeiro lugar, nós cristãos tornamo-nos tão acostumados à liberdade, tão convencidos de que é um direito dado por Deus e que podemos fazer praticamente tudo o que queremos que o conceito de liberdade não tem significado muito para nós. Tornou-se apenas uma palavra, apenas um conjunto de consoantes e vogais. O cristão precisa compreender que fomos livres, totalmente livres do pecado e não podemos mais viver sobre o seu domínio. Cristo nos resgatou do domínio das trevas para sermos filhos da luz, vivendo para o louvor de sua glória.

Em segundo lugar, como cristãos precisamos ver que ainda existem milhões de brasileiros que estão em cativeiro. Eles gostam de sua liberdade externa, os benefícios de sua liberdade política e as recompensas de sua liberdade econômica, mas ainda são escravos, como os negros trazidos nos navios negreiros no tempo da escravatura. Porém, nem sequer percebem isso. Nosso país está afundado na escravidão da corrupção, violência, imoralidade, pobreza, vícios, idolatria e tantas outras formas de aprisionamento. O Brasil está enfermo porque anda longe de Deus. O pior é que muitos não têm percepção e não discernem o quanto a nossa nação está enchendo o cálice da ira de Deus. O Brasil necessita de um verdadeiro libertador, que transforme o coração do seu povo. Uma liberdade que nasça de dentro para fora, que mude a natureza humana. Somente Jesus Cristo pode realizar esta obra grandiosa. É tempo desta nação se voltar para Deus, mas isto somente acontecerá se o povo de Deus, aquele que chama pelo Seu nome, ser o primeiro a se arrepender e reconhecer que está longe de Deus. (II Cr. 7:14).

O Povo de Deus em nosso país precisa pedir perdão pelos pecados da nação. As Sagradas Escrituras ensinam que cada um dará contas de si mesmo a Deus (Rm 14:12). Mas ela também ensina que quando o pecado é nacional, como membros da nação temos a responsabilidade de nos humilharmos diante de Deus. Na Bíblia, encontramos diversas vezes pessoas pedindo perdão a Deus pelos pecados da nação (veja Daniel 9:48) como forma de mostrar arrependimento e pedir a Deus que atue em favor da nação.

Amados, devemos orar e jejuar buscando um verdadeiro arrependimento diante de Deus, suplicando que Ele perdoe e transforme a nossa pátria dando-lhe a verdadeira liberdade.
                                                                                  Rev. Liberato

sábado, 1 de setembro de 2012

REFLETINDO A IMAGEM DE CRISTO


Num domingo, enquanto se dirigiam para casa, após sair do templo, uma menina virou para sua mãe e disse: "Mamãe, há algo sobre a mensagem do pregador nesta manhã que não entendo." A mãe disse: "O que você não entendeu?” A menina respondeu: "Bem, ele disse que Deus é maior do que nós. Afirmou que Deus é tão grande que Ele mantém o mundo em suas mãos, isso é verdade?” A mãe respondeu: "Sim, isso é verdade, filha." "Mas mamãe, ele também disse que Deus vem viver dentro de nós, quando aceitamos a Jesus como nosso Salvador, isso é verdade, também?” Mais uma vez, a mãe assegurou à filha que o que o pregador tinha dito era verdade. Com um olhar perplexo a menina perguntou: "Se Deus é maior do que nós e Ele vive em nós, não iria Ele se mostrar através de nós?"

Este é o ponto crucial, se somos cristãos quando as pessoas nos veem, Jesus deve revelar-se através de nós em todos os aspectos de nossas vidas. O Apóstolo Paulo escrevendo aos cristãos de Corinto afirmou: "E todos nós, que... contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados à Sua semelhança..." (II Co 3:18)  Dois pontos importantes podemos destacar aqui: Se somos cristãos, devemos refletir Jesus, em outras palavras, quando as pessoas nos veem, devem ser capazes de contemplar Jesus em nós, através do que falamos ou fazemos. Cada dia, devemos ser transformados mais e mais para sermos como Ele é. E, novamente, isto se evidencia naquilo que falamos e fazemos.

Jesus já tomou o Seu lugar em nossas vidas? Como as coisas seriam diferentes se de fato isso ocorresse? Tenho certeza de que seríamos diferentes. Já pensou, Jesus em sua casa, trabalho, escola, através da sua vida!? Quer percebamos ou não, isto é exatamente o que Ele quer, tornar-se conhecido aos outros através de nossas vidas. Se de fato somos cristãos, nosso maior objetivo deve ser apresentar Jesus aos outros, torná-Lo conhecido. Devemos almejar que todos aqueles que não O conheçam, agora em contato conosco, possam vir a amá-Lo, descobrir a esperança, a alegria, o poder que Ele pode trazer a suas vidas.

Os olhos das pessoas hoje têm sido vendados por Satanás, o príncipe deste século. A visão delas está poluída pelas impurezas deste mundo e a decadência moral que nos rodeia. Como as pessoas verão a Jesus se não refletimos Sua imagem em nós? É por isso que Paulo está desafiando-nos a refletir Jesus em nossas vidas e sermos transformados à Sua semelhança. Mas o que significa ser parecido com Jesus? Não é pelo seu jeito de vestir, se usa barba, cabelos longos e outros sinais físicos. Na verdade, significa imitar Seu caráter e Suas atitudes. É exatamente isto que Paulo expõe em Efésios 5:1-2: "Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” Que desafio ousado para empreender! Aliás, quando as pessoas olham para Jesus o que elas veem? Bem, elas veem um Jesus que é generoso com seu tempo, seu amor, seu poder, alguém com um genuíno cuidado e compaixão, totalmente comprometido com a vontade de Deus, e com os outros.

Assim podemos considerar: O que as pessoas veem quando olham para nós? Elas nos veem generosos da mesma forma que Jesus era? Elas nos veem legítimos quanto à nossa fé e nossos compromissos? Receptivos e acolhedores como Jesus recebe qualquer um que se aproxima dEle, cultos ou analfabetos, crianças ou adultos, ricos ou pobres, saudáveis ou enfermos, pretos ou brancos, bonitos ou feios? Ele se aproximava dos pecadores para anuncia-los a mensagem de redenção, oferecendo-lhes uma nova oportunidade. Será que nossas vidas, nossos corações e a nossa natureza refletem a Sua glória? Estamos imitando-O? Devemos fazer Jesus conhecido vivendo como Ele viveu.

Que o Senhor nos ajude a refletir a imagem de Cristo a todos aqueles que estão ao nosso redor.
                                                                 Rev. Liberato