quarta-feira, 25 de maio de 2011

SERMÃO EM AUDIO - O QUE DEUS ESPERA DA IGREJA

Disponibilizo aqui o sermão que preguei por ocasião do aniversário da Congregação Presbiteriana Maanaim. Todos nós temos expectativas, com Deus não é diferente! Há um propósito em nossa eleição, como igreja temos uma missão e Ele espera que cumpramos cabalmente.
Desejo que seja edificado ao ouvir a mensagem.
Click no link e faça o download.
http://www.esnips.com/doc/6a073bd3-e4ab-4dee-afcf-ffd604221b00/O-QUE-DEUS-ESPERA-DA-IGREJA

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ASSÉDIO MORAL NA IGREJA: PRÁTICA NEFASTA QUE URGE COMBATER

Recebi o artigo abaixo, do Rev. Derli Machado, achei muito pertinente, por isso estou postando no blog. Essa prática está presente em nossas igrejas produzindo muitas vítimas. Para um bom tratamento torna-se necessário um bom diagnóstico, portanto após a leitura, veja se você não está praticando tal procedimento, se for o seu caso, procure mudar sua atitude. Boa reflexão.

O assédio moral vem a ser caracterizado como um comportamento que utilizando técnicas de desestabilização, conduzem o indivíduo a um estado de desconforto psíquico que pode evoluir para a irritação, estresse e até mesmo depressão. Isto pode ocorrer na família, na vida social e dentro de empresas. Evidentemente, numa instituição religiosa (igreja), onde seus membros são “salvos”, as possibilidades da ocorrência do assédio moral são “minimizadas”, certo? Errado! Errado! Infelizmente tem sido “maximizadas”, ampliadas, e o risco de alguém ser vitima de tal pressão são aumentativas, especialmente os envolvidos em cargos de liderança. Infelizmente essa violência perversa cada vez mais atinge as igrejas.

METODOLOGIA: os moralmente perversos utilizam as mais variadas técnicas: os subentendidos, alusões malévolas, a mentira, humilhações. Por meio de palavras aparentemente inofensivas, alusões, sugestões ou não-ditos, é efetivamente possível desequilibrar uma pessoa ou até destruí-la.

1ª) A primeira fase do assédio consiste em DESESTABILIZAR a vítima. É toda e qualquer conduta abusiva manifestando-se, sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade, ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa. Em seguida esses ataques vão se multiplicando e a vítima é seguidamente acuada, posta em situação de inferioridade, submetida a manobras hostis e degradantes durante um período maior. É a repetição dos vexames, das humilhações, sem qualquer esforço no sentido de abrandá-las, que torna o fenômeno destruidor. Assim acossada, a pessoa não consegue manter o seu potencial. Ela é estressada, crivada de críticas e censuras, para que se sinta seguidamente sem saber de que modo agir.

2ª) A segunda fase do assédio consiste em DESQUALIFICAR a vítima. Subentendidos, alusões desestabilizantes ou malévolas, observações desabonadoras. Pode-se assim levantar progressivamente a dúvida sobre a idoneidade, a honra, a competência, pondo em questão tudo que ele faz ou diz.

3ª) A terceira fase do assédio consiste em DESACREDITAR a vitima. Para pôr o outro para baixo, é ridicularizado, humilhado e coberto de sarcasmo até que perca toda a autoconfiança. Geralmente usa-se a calúnia, a mentira, tudo de modo que a vítima perceba o que se passa, sem que possa, no entanto, defender-se.

A VITIMOLOGIA – uma pessoa que tenha sofrido uma agressão psíquica como a do assédio moral é realmente uma vítima, pois seu psiquismo é alterado de maneira mais ou menos duradoura.

CONSEQUÊNCIAS: As consequências “emocionais” e “espirituais” desse estado de coisas para uma igreja não devem ser negligenciadas, já que a deterioração do ambiente provoca uma diminuição importante da eficácia ou do rendimento do grupo.

A IMPUNIDADE: O que tem contribuído para o crescimento dessa prática no seio da igreja é, sem dúvida nenhuma, a certeza da impunidade. Se na justiça comum isso já vem sendo tratado como crime (com pena que vai de indenização por danos morais e até prisão), na igreja não se trata nem como pecado. O assédio moral está totalmente liberado. Isso é desmoralizante, para não dizer, uma vergonha. Está na hora de combatermos esse mal, e com coragem, fazermos justiça, afinal, segundo Jesus “a nossa justiça deve exceder a dos escribas e fariseus”. Os sindicatos e organismos que atuam em defesa de trabalhadores desenvolvem campanhas para informar o que é o assédio moral, como ele ocorre, as formas de combatê-lo etc. No entanto, vimos identificando no meio evangélico certas resistências ao combate desse fenômeno, representada pela ausência de reflexão crítica dos seus membros, do corporativismo, do compromisso com as amizades, não com a verdade; com as conveniências, não com as evidências. Daqueles que escolhem o silêncio da covardia em detrimento ao grito da coragem. Preferem o distanciamento, em vez do posicionamento.

As Igrejas deveriam ficar atentas ao problema e combater biblicamente todas as formas de assédio moral que possam atingir os seus membros. Respeito é bom, e todo mundo gosta.

Rev. Derli Machado






sexta-feira, 29 de abril de 2011

O TRABALHO É INVENÇÃO DO NOSSO DEUS


"Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos! Do
trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te irá bem." Sl 128.1,2.
Creio que você já ouviu a seguinte expressão: “Se soubesse quem inventou o trabalho, mandaria matar.” Você mandaria matar Deus? Pois, o trabalho é criação de Deus. Somente os preguiçosos não veem no trabalho uma fonte de bênçãos para suas vidas, e não encontram nele prazer.
As Escrituras Sagradas nos ensinam que o Senhor Deus, após criá-lo, colocou o homem no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo (Gn 2.15). Desde a sua criação, Deus deu ao homem a incumbência de ser o zelador e o agricultor do jardim do Éden. Este trabalho era prazeroso, pois a terra não produzia cardos e abrolhos. Quando pecou, desobedecendo à ordem que Deus lhe dera, o homem, como consequência de seu pecado, passou a obter arduamente o sustento durante os dias de sua vida, à custa de muita fadiga e suor (Gn 3.17-19). O trabalho não é uma maldição para o homem. Ele é bênção de Deus para a vida do homem. Apesar da canseira e sacrifício, o trabalho é dado por Deus, e, por meio dele, o homem obtém as coisas de que precisa para sua sobrevivência.
Além dos benefícios que proporciona, o trabalho dar ao homem também o privilégio de poder ajudar seu próximo e contribuir para a expansão do Reino de Deus, por via da igreja do Senhor Jesus em toda a terra. Trabalhando honestamente, teremos o necessário para nossa manutenção e ainda poderemos socorrer os necessitados. É uma bênção poder ajudar quem precisa. Também teremos o privilégio de, com nossos dízimos e ofertas, dar à a igreja os meios para realizar a missão que Deus lhe confiou. Grande privilégio os crentes em Jesus desfrutam em entregar os dízimos e as ofertas na Casa de Deus. O Senhor nos deu a bênção do trabalho e, pelos dízimos e ofertas, gratidão e louvor a Deus pelo que Ele tem feito por nós, no plano material.
Ademais, podemos perceber que o trabalho é dado com a finalidade de testemunharmos nossa fé e glorificarmos a Deus no que fazemos. Trabalho não é apenas o meio correto de ganhar dinheiro, mas a oportunidade de evangelizarmos quem está próximo de nós. Quantas oportunidades temos de evangelizar os colegas de trabalho, os fornecedores, os clientes e até os patrões. Pessoas que precisam da salvação e Deus nos colocou ao lado delas para pregarmos o Evangelho. Por nosso serviço bem executado, glorificamos o nome de Deus, pois não fazemos só por obrigação, mas como para o Senhor. Tanto os empregados quanto os patrões devem honrar a Deus mediante uma conduta correta. Em Éfesios 6.5-9, o apóstolo Paulo instrui os servos e os senhores no modo de proceder que glorifica a Deus.
Que o Senhor derrame sobre sua vida muita graça e sabedoria para que por seu trabalho você obtenha o pão de cada dia, possa acudir ao necessitado; entregar com alegria e fidelidade seus dízimos e ofertas; pregar o evangelho para aqueles que estão à sua volta e glorificar a Deus naquilo que fizer. Em vez de reclamar e murmurar do trabalho, agradeça a Deus por Ele lhe ter concedido a bênção do trabalho.
Seja, pois, um trabalhador exemplar e glorifique a Deus por intermédio de sua atividade profissional.

terça-feira, 26 de abril de 2011

CONFERÊNCIA - SALVADOR-BA

Nos dias 28 e 29/05/11, terei o privilégio de ministrar a Palavra do Senhor na Igreja Presbiteriana da Liberdade, em Salvador BA, pastoreada pelo grande amigo e colega Rev. Edgar. Caso você esteja na capital Baiana neste período será uma grande oportunidade para aquele abraço fraterno. Conto com suas orações.


Informações no folder abaixo.



sexta-feira, 22 de abril de 2011

A RESSURREIÇÃO FUNDAMENTO DA NOSSA FÉ

Se Cristo não ressuscitou vã seria a nossa fé. A ressurreição de Cristo é seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, seu sacrifício vicário foi perfeito e a porta da esperança está aberta para nós. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou. Ele está à destra de Deus, intercedendo por nós e de onde voltará com grande poder e glória.

Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas uma prova do grande amor de Deus. Ele não morreu como um mártir, o Pai o entregou e ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito. O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa. Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz. Outros afirmam que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros aventam a hipótese de que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que a sepultura ficou aberta. As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes. Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com galhardia as perseguições, os açoites, as prisões e o martírio.

Os gregos tinham uma falsa compreensão a respeito da ressurreição. Eles consideravam a matéria má e o corpo como mera prisão da alma, por isso não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo combateu com eloquência tal erro, mediante o argumento de que se não há ressurreição do corpo, então “Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé”. Se Cristo não ressuscitou somos falsas e inúteis testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo é o fundamento que mantém o edifício do cristianismo de pé. À luz do túmulo vazio de Cristo, a igreja nasceu. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou o túmulo gelado não é nosso destino final. Caminhamos não para um ocaso lúgubre, mas para uma manhã radiosa de imortalidade e gozo eterno.

Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem. Ele abriu o caminho e após Ele seguiremos. Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando ele vier em sua majestade e gló ria, os mortos ouvirão dos túmulos a sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Ao suplantar a morte, Ele tirou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, triunfantemente na ressurreição. Sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição. À semelhança dEle, teremos, também, um corpo de glória. Nosso corpo será imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor. Todos os que lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro, caminhamos, portanto, não para um horizonte obscuro, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!

Cristo ressuscitou e vivo está, Ele é a nossa Páscoa para você e sua família.


VOCÊ É SERVO?

Servo não é um título que se ganha, mas sim um estilo de vida de entrega total como Jesus ensinou (Mt 20:28).

Algo que precisamos saber é que, em diferentes proporções, Deus chamou a todas as pessoas para o serviço em sua obra. No entanto, muitas vezes a nossa falta de conhecimento e limitação pessoal faz que nos sintamos impossibilitados de nos envolver na obra do Senhor.

A principal razão pela qual deveríamos servir ao Senhor se resume nesta frase: "Quero servi-Lo porque o amo". Em II Coríntios 5:14, Paulo diz: "O amor de Cristo nos constrange". Paulo disse que se sentia obrigado, forçado, a contar as boas novas de Jesus por causa do amor que ele tinha recebido do Senhor. Em Romanos 1:14, Paulo diz: "Sou devedor". Ele se via como um devedor de amor. Ele reconhecia que tudo que Deus havia feito por nós por meio de Jesus era por amor (João 3:16). Quando sentimos o amor de Deus sendo derramado na nossa vida, o nosso desejo natural é dar-Lhe alguma coisa em troca. Reconhecemos, porém, que tudo o que podemos oferecer é insignificante em relação ao que Ele nos deu, entretanto devemos entregar o melhor de nós. O que de melhor poderíamos oferecer a Deus? Nossa vida, nossos talentos, nosso tempo, nossas energias e capacidades.

“Senhor, em que te posso servir?". Este deve ser o clamor do nosso coração. As pessoas, que nunca fizeram esta pergunta, obviamente precisam ter uma experiência mais profunda com Deus, ou senão quem sabe, esteja em falta o "fogo do amor" em seu coração. Toda pessoa quando está apaixonada se preocupa em saber qual é a melhor maneira de servir a seu amado, assim deve ser a nossa atitude para com Deus.

O livro de Êxodo 21 fala sobre as leis em relação aos servos. Os versículos 5 e 6 falam do servo, que, após servir a seu senhor por seis anos e no sétimo obter a liberdade, decide ficar definitivamente com seu senhor, porque o amava, não por obrigação, nem por melhor pagamento, mas unicamente por amor a seu senhor.

Ele não queria viver em outra casa nem servir a outro senhor. A partir de então, era feita uma marca em sua orelha (do servo), que o identificava como um escravo por amor perante todos. Com certeza, este escravo era grato com o tratamento recebido de seu senhor. No sentido mais literal, ele daria a própria vida pelo seu senhor. Era um escravo por amor.

Esta deveria ser a nossa resposta ao nosso Senhor amoroso, bondoso e misericordioso! Ele entregou seu filho para morrer por nós, derramando seu sangue, perdoando nossos pecados, dando-nos salvação eterna e vida abundante. Também nos trouxe cura e libertação, dando-nos forças renovadas para seguirmos adiante. A pergunta que deveríamos fazer é esta: "Como não servir a Deus? É impossível! Tenho que servi-Lo! Seu amor me constrange, força-me a servi-Lo e farei tudo por amor".

Então o que poderíamos renunciar para servir a Deus? Nossos gostos pessoais, nosso lugar cômodo, nossas horas de sono, nossos passeios, horas de lazer e outras coisas que não sejam obrigações diárias.

Que o Senhor nos dê um coração de servo tão somente por amor, a fim podermos trabalhar com alegria para a expansão de Seu Reino na terra.

Deus o abençoe!

terça-feira, 12 de abril de 2011

MENSAGEM EM AUDIO - AVANÇANDO PARA O ALVO


Disponibilizo para os visitantes a mensagem que preguei na IPN, domingo, 10/04/11. Não podemos perder o nosso foco, que é ter uma vida de conformidade com Cristo. Espero que você seja edificado. A gravação não é profissional, porém compreensível. Click no link e faça o download http://www.esnips.com/doc/946318e5-ac6d-427e-9533-84804be5c56e/Avan%EF%BF%BDando-para-o-alvo---Filipenses-3.12-16