sexta-feira, 23 de outubro de 2009

AS ARMAS DO CRISTÃO NA TAREFA DE EVAGELIZAÇÃO

Usarei um episódio da vida de Israel para fazer um paralelo entre a luta da Igreja contra as forças do mal ou da luta do crente contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais na tarefa de viver e proclamar o evangelho da salvação.

O propósito da vitória de Gideão com os 300 homens sobre os medianitas, registrado em Juizes 7:1-22, é inspirar-nos para desenvolver em nós as qualidades e atitudes, que permitirão sejamos usados por Deus em nossa missão na terra.

Naturalmente que as armas são importantes para uma guerra bem sucedida. Quais foram as armas usadas por Gideão e os 300 soldados. O povo usou trombetas e tochas. Nunca, na história do mundo se ouviu dizer que um exército saísse à guerra com trombetas e tochas acesas dentro de um cântaro vazio. É incrível a maneira que Deus usa para derrotar o inimigo. Os midianitas, os amalequitas e todos os filhos do oriente jaziam no vale como gafanhotos em multidão; e os seus camelos eram inumeráveis, como a areia na praia do mar, v. 12.

As trombetas representam nosso testemunho verbal. Gideão disse ao povo: “Olhai para mim e fazei como eu fizer; e eis que chegando eu à extremidade do arraial, como eu fizer, assim fareis vós. Quando eu tocar a trombeta, eu e todos que comigo estiverem, tocai também vós as trombetas ao redor de todo arraial e dizei: Pelo Senhor e por Gideão” v.17, 18. Com o som das trombetas, o povo do exército inimigo deitou a correr e gritando fugiu. E o Senhor tornou a espada de um contra o outro, v.21,22. Nosso testemunho verbal positivo influencia pessoas e até cidades inteiras. Na Igreja primitiva, a evangelização não era uma coisa de final de semana; era algo que fazia parte da vida dos crentes. “E todos os dias no templo e nas casas não cessavam de ensinar e de anunciar a Jesus Cristo” Atos 5:42. Evangelização era seu negocio diário. Nossa luta com o inimigo de nossas almas não é coisa de fins de semana; mas de todos os dias e o dia todo. Em Romanos 10:9-10, Paulo afirma que precisamos crer com o coração e confessar com nossas bocas que Deus ressuscitou Jesus Cristo dentre os mortos. Jesus declarou, segundo Lc 19:40: “ Digo-vos que, se estes se calarem, as pedras clamarão”. “E de noite disse o Senhor em visão a Paulo: Não temas, mas fala e não te cales” Atos 18:9. Nossa grande e poderosa arma contra o inimigo é nosso testemunho verbal. Na expressão do Dr. Cuyler, os Atos dos Apóstolos não é uma história de Igrejas e sim de cristãos individuais; a pesca de almas não se processava por meio de uma rede varredoura em que todos se uniam para puxar, não; cada pescador lançava seu próprio anzol. Quando perguntaram a Loiman o segredo de seu sucesso, ele respondeu: Eu prego no domingo, mas tenho 450 soldados que na segunda feira levam minha mensagem e a anunciam por toda parte. Qualquer Igreja cresce quando os crentes fazem isso. Nossa arma para a guerra é o testemunho verbal positivo.

As tochas representam nosso testemunho vivido. O testemunho verbal há de resplandecer como o exemplo luminoso. Aqueles soldados levaram uma tocha de fogo dentro dos cântaros. As trombetas no escuro não seriam o suficiente para a vitória. Os soldados tocaram as trombetas e ao mesmo tempo quebraram os cântaros segurando em suas mãos as tochas acesas para alumiar. É importante nosso testemunho verbal, mas nossas vidas não podem ficar escondidas, precisam resplandecer. Nossa vida diária faz parte de nosso testemunho verbal diário. Nossas vidas falam alto e devem corresponder ao que falamos. Alguém disse: “Antigamente os crentes eram perseguidos por causa do evangelho, mas hoje o evangelho é perseguido por causa dos crentes”. Uma grande arma na luta contra o inimigo é nosso testemunho. Precisamos resplandecer como a luz. “Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo” Fil. 2:15. ou “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai, que está no céu” Mateus 5:16.

Que o Senhor nos ajude na grande missão de viver e proclamar o evangelho ao mundo que jaz nas trevas.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

ESTADO LAICO

Estou publicando o artigo do Dr. Fernando Capez (Procurador da Justiça e Deputado Estadual - SP), pois achei muito interessante sua abordagem sobre o "Estado Laico". Leia e tire a suas conclusões.

ARTIGO: O ESTADO LAICO E A RETIRADA DE SÍMBOLOS RELIGIOSOS DE REPARTIÇÕES PÚBLICAS
Última modificação 02/09/2009 18:54
Fernando Capez
Recentemente, o Ministério Público Federal ingressou com uma ação civil pública, pleiteando que fossem retirados das repartições públicas do Estado de São Paulo, todos os símbolos religiosos, entre os quais o mais utilizado é a cruz, representação maior da fé cristã. A ação pede a concessão de liminar, denegada pela juíza da 3ª Vara Cível Federal, Dra. Maria Lúcia Lencastre Ursaia, para a remoção dentro do prazo máximo de 120 dias, sob pena de multa diária. Dentre os argumentos, encontra-se o de que pessoas que se dirigem aos prédios públicos poderão se sentir ofendidas pelos símbolos ou sinais religiosos. A argumentação básica é a de que o Brasil optou por um Estado laico.
Eis a questão: o Estado laico não tolera em suas repartições a expressão da fé em Deus, por meio de símbolos?
De acordo com o filósofo francês Michel Villey, há uma clara e indesejável tendência nos sistemas jurídicos contemporâneos de conferirem à laicidade um conteúdo de antagonismo à religião, deturpando-a em puro laicismo, no qual, a fé é desprezada e totalmente substituída pelo racionalismo profano (A formação do pensamento jurídico moderno, SP, Martins Fontes, 2005). Nega-se a ressurreição de Cristo, bem como seus milagres relatados por testemunhas no Evangelho porque tais fatos ofendem a razão mundana. Tudo o que não for possível demonstrar racionalmente, à luz da compreensão humana não é científico, não é laico, logo, se opõe ao Estado racional e moderno.
Trata-se de uma volta ao movimento iluminista do final do século XVIII, em que a soberba do antropocentrismo e o egoísmo individualista suplanta a crença em dogmas absolutos pré-constituídos.
Laico, no entanto, não quer dizer inimigo da religião.
Etimologicamente, laico ou leigo provém do termo grego laikós, que designa o que se refere ao povo (laós). O termo leigo (laikós) serve apenas para diferenciar as pessoas consagradas para uma missão especial, tais como os diáconos, presbíteros e bispos, daqueles que são apenas consagrados no batismo (Dom Fernando Antônio Figueiredo, Introdução à Patrística, RJ, Editora Vozes, 2009, p. 46). Laico não designa, portanto, algo não religioso, nem contrário à fé, mas apenas aqueles que não exercitam como vocação, o ministério religioso. Estado laico não é Estado sem fé, ateu ou que se antepõe a símbolos de convicções religiosas, mas tão somente Estado não confessional, sem religião oficial ou obrigatória.
Assim, ao contrário do que parece à primeira vista, a expressão laico não se opõe, nem repudia, mas antes, coexiste pacificamente com as religiões, sem molestá-las ou coibi-las. Aliás, a CF, em seu art. 19, I, prevê até mesmo a possibilidade de aliança entre Estado e Igreja sempre que, nos termos da lei, houver interesse público. Um Estado não confessional significa apenas não regrado por normas religiosas, sem implicar em nenhuma postura comissiva de hostilidade ao status quo.
A Constituição Federal de 1988 consagrou o Estado Democrático de Direito, calcado na busca da igualdade formal e material, tem como seu objetivo promover o bem de todos, sem preconceitos de qualquer natureza, e se alicerça na dignidade da pessoa humana. Busca a tolerância mútua e a coexistência pacífica.
Cabe ao Estado e à sociedade em geral não encorajar manifestações de intolerância daqueles que se sintam ofendidos pela livre expressão da fé alheia. A retirada de símbolos já instalados, mesmo que em repartições públicas, leva à alteração de uma situação já consolidada em um país composto por uma quase totalidade de adeptos da fé cristã, e agride desnecessariamente os sentimentos de milhões de brasileiros, apenas para contentar a intolerância e a supremacia da vontade de um restrito grupo de pessoas.
A Constituição Federal não conformou um Estado ateu, nem hostil ao cristianismo, apenas estabeleceu um regime não confessional. Não há religião oficial, mas também não há política oficial de repúdio à religião.
Gilmar Ferreira Mendes, Inocêncio Mártires Coelho e Paulo Gustavo Gonet Branco observam: “O Estado brasileiro não é confessional, mas tampouco é ateu, como se deduz do preâmbulo da Constituição, que invoca a proteção de Deus. Admite igualmente, que o casamento religioso produza efeitos civis, na forma o disposto em lei (CF, art. 226, §§ 1º e 2º ...a laicidade do Estado não significa, por certo, inimizade com a fé.” (Curso de Direito Constitucional, SP, Saraiva, 2007, p. 408/409).
Devemos buscar a conciliação como meio de transformar as relações pessoais e pacificar os conflitos. Como ensinou Nelson Mandela, não há futuro para a humanidade sem perdão e reconciliação. Não basta a força e a coerção para a solução das crises nas relações interpessoais. A verdadeira paz não se faz com o silenciar do outro, pois quando há um vencedor, sempre resta um vencido humilhado e pronto a desafogar os instintos de vingança. Paz é curar o coração das pessoas e dos povos. Paz é conseguir que vítimas e agressores se perdoem e se reconciliem. Paz é não se sentir ofendido pela liberdade de expressão alheia, mas, ao contrário, compreendê-la e tolerá-la. A religião tem sido relegada a um plano de separação abismal da vida secular, desperdiçando-se ao longo dos séculos, tantos ensinamentos filosóficos que constam das escrituras sagradas e que poderiam ter levado à solução pacífica dos conflitos e guerras que assolaram a humanidade. Como mecanismo eficaz de inibição da violência, da correção de rumos e da solução de desentendimentos, a religião deveria ser tratada com maior deferência e atenção.
Cabe a todos nós, a tarefa de buscar a união e a tolerância entre Estado e religião, entendida como o complexo de regras calcadas na fé em Deus e na crença do compromisso de paz, harmonia e tolerância com a humanidade.
*Fernando Capez
Procurador de Justiça e Deputado Estadual. Presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Mestre em Direito pela USP e doutor pela PUC/SP. Professor da Escola Superior do Ministério Público e de Cursos Preparatórios para Carreiras Jurídicas.
Site: www.fernandocapez.com.br
E-mail: fcapez@terra.com.br
Twitter: www.twitter/fernandocapez

Quanto a retirada dos simbolos religiosos de repartições públicas penso que a grande questão gira em torno da banalização.
Concordo com as palavras do Frade Católico Romano Demetrius dos Santos Silva:
“Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas. Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!”
Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas…
Não quero ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte…
Não quero ver a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados…
Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas (pobres) morrem sem atendimento…
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa da desgraça dos pequenos e pobres.”

Muitos pensam que ao carregar um crucifixo no pescoço, ou ter uma bíblia aberta em suas casas estão protegidos dos maus espíritos, e são cristãos.
O cristianismo é um estilo de vida, não podemos restringi-lo aos símbolos. Não há qualquer sentido carregar uma cruz no pescoço se de fato não vivemos os valores do Reino de Deus em nossa prática diária. Outro grande perigo é idolatrar o símbolo, o que é presente na cultura religiosa do nosso país. Eles são verdadeiros amuletos.
Não tenho dúvida que a nossa nação precisa conhecer o verdadeiro Deus, Aquele que converte os nossos corações, tornando-nos mais justos, fraternos, pois seremos parecidos com Ele.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

10º CONGRESSO SEMEAR


"UMA JUVENTUDE SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS"
Chegamos ao 10º Congresso Semear, glória a Deus! Nosso propósito foi desafiar os jovens a viver segundo o coração de Deus.
O impressionante texto de Atos 13:22b diz: “Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração; ele fará tudo o que for da minha vontade”
Deus está a procura de jovens que se coloquem em sua presença, e tenham um coração segundo o Seu coração. Quando analisamos friamente o tema, chegamos a pensar que seria impossível em nossos dias encontrar um jovem segundo o coração de Deus. Nesta geração tão desenvolvida tecnologicamente, o jovem tem a sua disposição várias oportunidades de se afastar de Deus e aprofundar-se no pecado. Por este motivo, chegamos a imaginar que seria impossível hoje achar jovens segundo o coração de Deus.
Quando olhamos, todavia, para história do Rei Davi, podemos notar que ele teve as mesmas dificuldades que temos hoje como jovens de Deus. Suas vitórias foram conquistadas com muita luta e muito trabalho.
Quando pensamos em Davi, logo nos vem à mente que ele era pastor, poeta, matador de leão e gigante, rei e antepassado de Jesus. Resumindo: um dos maiores homens do AT. Mas existem outras qualificações além dessas: traidor, mentiroso, adúltero e assassino. A primeira lista apresenta as qualidades que todos nós gostaríamos de ter; a segunda, as que poderiam ser reais a nosso respeito. A Bíblia não faz esforço algum para esconder os fracassos de Davi, mesmo assim é lembrado e respeitado por seu coração voltado para Deus.
Davi, apesar de suas fraquezas, possuía uma fé inabalável na fiel e poderosa natureza de Deus. Foi um homem que viveu com grande prazer. Ele pecou, mas quando confrontado era rápido para reconhecer seus erros, arrepender-se e confessá-los, veja o salmo 51. Suas confissões eram sinceras e seu arrependimento genuíno. Nunca negligenciou o perdão de Deus ou tomou sua bênção como uma concessão. Davi experimentou a alegria do perdão, mesmo quando teve que sofrer as conseqüências de seus pecados. Ele deliberadamente não repetiu o mesmo erro. Aprendeu com suas falhas, porque aceitou o sofrimento que lhe trouxeram.
Davi não foi reconhecido o homem segundo o coração de Deus por causa da sua força física, da sua inteligência ou por suas habilidades nas guerras. Ele foi chamado o homem segundo o coração de Deus pela sua humildade e obediência. Apesar de seus deslizes, foi um dos melhores reis de Israel, e o que mais agradou os olhos de Deus, pois ele se empenhava em fazer sempre aquilo que Deus determinava.
Foi um homem que amou de verdade a obra que Deus colocou em suas mãos, nunca desanimou do projeto de Deus em sua vida. Não deixava que o espírito de desânimo assumisse lugar em sua vida, apesar de tantas adversidades que enfrentou.
Aprendemos com Davi que para ser um jovem segundo o coração de Deus é necessário: reconhecer o pecado e arrepender-se diante do Senhor, confiar na misericórdia de Deus, assumir as conseqüências dos nossos erros, obedecer às ordens de Deus em tudo, ter prazer em trabalhar para o Senhor, não permitir que o espírito de acomodação e desalento paralise o projeto de Deus em sua vida e manter-se fiel ao Senhor em todas as áreas.
Que o Senhor o ajude, a cada dia, viver de acordo com o Seu coração. Rev. Liberato
Mais de 200 jovens participaram do congresso. Foi uma bênção! Glória seja dada ao Senhor!Equipe organizadora - Sob a direção do mui querido colega Rev. Juliano. Deus abençoe grandemente a cada um.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

APRENDENDO ORAR COM JESUS

Amados, estamos desenvolvendo o seguinte tema em 2009: “Uma igreja vivenciando as disciplinas básicas do cristianismo.” Em setembro e outubro, trabalhamos a disciplina da oração. Não há referencial melhor para nós de uma vida de oração do que o nosso divino Mestre, por isso, vamos aprender com Ele.

Orar tem sido sempre um mistério e um desafio. Muitas vezes temos projetado nossos ideais e referências humanas como padrão sobre o que devemos pedir a Deus. Jesus, em João 17, nos ensina sobre a essência da oração, aquilo que deve motivar os nossos corações quando nos aproximamos do Pai.

Jesus orava de acordo com as prioridades divinas: “Glorifica o teu Filho para que o teu Filho te glorifique.” Em outras palavras, Ele estava dizendo: Pai, atua na minha vida agora, para que de maneira esplendorosa manifeste quem tu és, teus propósitos, teu amor e teu envolvimento para alcançar o homem. Qual era o propósito de Jesus? Única e prioritariamente glorificar o Pai. Ao orar assim, Ele dá prova de que não estava tão atento para suas necessidades e anseios pessoais, embora tivesse diante de si uma perspectiva clara de morte em breve. Era exatamente para aquele momento de sua morte que Ele pedia a glória de Deus. Ele postulava ser honrado e glorificado naquela cruz, não para sua exaltação, mas sobretudo para a glorificação do Pai.

Quantas vezes nossas orações são carregadas de puro egoísmo, pensamos somente em nosso bem-estar, inclusive só buscamos a Deus quando estamos precisando de alguma coisa material. Esquecemo-nos, com muita freqüência, de glorificar a Deus, reconhecendo que Ele tem um propósito para nossa vida aqui na terra, assim estejamos dispostos em qualquer circunstância a glorificar a Deus, pois temos convicção de que sua vontade é boa, perfeita e agradável.

Jesus orava de acordo com a Palavra de Deus. Quando Jesus orava, não se levava em conta invejas, sentimentos mesquinhos ou notícias à sua volta, mas se baseava apenas na autoridade das Escrituras, vejamos: “Pois lhe deste autoridade sobre toda a humanidade” (Jo 17.2). O que significava isso? Alguns estudiosos dizem que esta é uma resposta à oração que Deus desafia seu Filho a fazer no Salmo 2. Veja como Deus se dirige ao seu Filho Messias: “Pede-me e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão” (Sl 2.8). Jesus sempre fundamentava seus pedidos na palavra, pois esta nos revela a vontade do Pai. O Evangelista João em sua primeira epistola afirma: “Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa e acordo com a vontade de Deus, ele ouvirá.” (I Jo 5:14). Ele não rogava por algo que não estivesse de plena harmonia com a Palavra de Deus, cujo conhecimento nos dá maior noção de sua natureza, vontade e nossas orações serão eficazes.

Jesus orava buscando comunhão com o Pai. “E agora, Pai glorifica-me junto a ti, com a glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Jesus desejava sancionar com o Pai o relacionamento que Ele tinha antes da sua encarnação, ou melhor, antes da fundação do mundo. Ele vivia em plena unidade com o Pai, mas, ao tomar forma humana, iniciou-se outro tipo de relacionamento, e Ele estava dizendo: - Sabe ao que eu aspiro, Pai? Os momentos mais preciosos e íntimos da vida que tínhamos antes da criação do mundo e minha encarnação. Devemos ter o mesmo anseio quando oramos. Não podemos buscar a Deus somente quando necessitamos de alguma coisa, mas buscá-lo por anelar sua presença, desejar ficar horas de comunhão com Ele.

Amados que o Senhor nos ajude a imitarmos o nosso divino Mestre em nossa vida de oração: priorizando a vontade de Deus, orando fundamentados na Palavra e anelar por uma íntima comunhão com o Soberano Pai.

Rev.Liberato

sábado, 26 de setembro de 2009

UMA PEQUENA AMOSTRAGEM DOS NOSSOS POLÍTICOS

Infelizmente essa é a realidade da maioria dos nossos políticos. Devemos dobrar os nossos joelhos e clamar ao Senhor que tenha misericórdia da nossa nação. E na hora de votar sermos criteriosos, exercendo com responsabilidade a nossa cidadania.
Vejam abaixo:
"Ele é v... e fuma maconha. Se viesse
aqui, eu ia correr atrás
dele e estuprar
em praça pública."

André Puccinelli, governador de Mato Grosso
do Sul, sobre o ministro Carlos Minc, do Meio Ambiente
"
O governador devia examinar com
carinho o homossexualismo que
existe dentro dele e aceitar isso
com mais razoabilidade."

Carlos Minc, em resposta a Puccinelli

Realmente, parecem dois adolescentes brigões!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

COMO MANTER UMA VIDA SAUDÁVEL

Provérbios 4:23-27

O sábio rei Salomão, em seu livro de Provérbios, dá a seu filho inúmeros conselhos que têm o propósito de proporcionar-lhe sabedoria e entendimento para que ele também seja sábio e prudente na maneira de pensar, falar, olhar e agir. Estes ensinamentos continuam vivos e eficazes, capacitando-nos a obter uma vida saudável.

Guardar o coração“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (v.23). Atualmente, nosso cérebro é considerado o centro diretor das atividades humanas, mas para a Bíblia esse centro diretor é o coração, pois, segundo ela, no coração que se encontra a fonte dos desejos e das decisões e, para nós, o coração é figurativamente a sede das emoções. Para termos uma vida de vitória sobre o pecado, devemos buscar a pureza da nossa mente. Por isso, necessitamos de guardar nosso coração para não cedermos aos desejos do pecado, pois aquele é mais enganoso do que todas as coisas (Jr 17.9). Além disso, o mal procede da abundância do nosso coração (Lc 6.45)

O cuidado com a nossa língua“Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios” (v.24). A língua é o membro do nosso corpo mais difícil de ser controlado. Tiago, apóstolo, afirma que ela é indomável (Tg 3:5-12). As palavras que saem da nossa boca podem gerar bênção ou maldição (Pv 18.21). Por isso, devemos refrear a língua do mal (Sl 34.13). Só poderemos conter nossa língua através da pureza de mente, porquanto aquilo que falamos revela a verdadeira condição da nossa mente, se estamos voltados para as coisas celestiais ou se os nossos interesses ainda são terrenos, se estamos submetendo-nos à vontade do Senhor ou se a nossa própria vontade ainda nos domina. Use sua língua para abençoar, falar coisas que edificam você e o seu próximo.

A pureza no olhar“teus olhos olhem direito, e as tuas pálpebras, diretamente diante de ti” (v.25). Jesus ensinou que os nossos olhos precisam ser bons para que todo o nosso corpo seja luz (Mt 6.22). Assim, não devemos distrair-nos, olhando para cada coisa que surgir em nossa frente, pois isso nos afasta da presença de Deus e desvia o nosso pensamento para o mal. A Bíblia ensina que devemos manter nosso olhar "firme" em Jesus, pois Ele é o autor e consumador da nossa fé (Hb 12.2). Foi olhando para Jesus que Pedro conseguiu andar sobre as águas e só afundou quando desviou seu olhar do mestre. (Mt 14.25-31).

Guardar os nossos pés do caminho mal“Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos” (v.26). Devemos sempre meditar e orar antes de agir. Nunca devemos proceder de maneira intempestiva. Erramos quando não entregamos o nosso caminho nas mãos do Senhor, confiando seu amor e poder. No versículo 18, Salomão afirma que a Bíblia ensina que "a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito". Por isso, devemos sempre confiar no Senhor, meditando e orando sempre antes de agir, pois somente assim desviaremos nossos pés do caminho mal. O melhor caminho é a palavra do Senhor o sábio afirmou: “Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal” (v.27). Andar pelos caminhos do Senhor, os quais trarão vida longa, paz e prosperidade, é uma decisão pessoal, uma atitude de mudança de vida, deixando a derrota e optando pela vitória.

Amados, que o Senhor nos ajude a guardar seus corações, para manter a pureza de mente, sinceridade no falar, firmeza no olhar e cautela no agir, pois são conselhos que os ajudarão a ter uma vida saudável e viver bem consigo mesmos, com as pessoas de sua convivência e, acima de tudo, com o Senhor nosso Deus.

Rev. Liberato

sábado, 12 de setembro de 2009

CAMPANHA FICHA LIMPA - NÃO PAROU, VAMOS FIRMES PARA O ALVO 1 MILHÃO 300 ASSINATURAS

Ainda não alcançamos o alvo, estamos bem perto! Continuemos na batalha, pois precisamos moralizar a classe política do nosso país. Somos cidadãos e temos o compromisso de lutar por uma nação mais justa e sem corrupção. Se você ainda não conhece a campanha veja o vídeo logo abaixo. Não fique de fora, pegue um formulário e colha as assinaturas dos seus parentes, amigos, colegas de trabalho, etc.